Tag Archives: Mário Soares

Estive lá, na Aula Magna, em defesa da Constituição

2 Dez
Vista parcial da Aula Magna, tempo antes do inicio

Vista parcial da Aula Magna, tempo antes do inicio

Chegada de Mário Soares

Chegada de Mário Soares

Mário Soares e Dias da Cunha

Mário Soares e Dias da Cunha

Chegada dos representantes partidários

Chegada dos representantes partidários

Chegada de Almeida Santos

Chegada de Almeida Santos

A mesa

A mesa

Fernando Valle, Uma vida com sentido

27 Out

Na Fundação Mário Soares, António Campos fala sobre Fernando Valle

Na Fundação Mário Soares, António Campos fala sobre Fernando Valle

Vista parcial do auditorio

Vista parcial do auditorio


003

Na apresentação de ” A Confiança no Mundo ” de José Socrates

27 Out

Entrada do Museu da Eletricidade

Entrada do Museu da Eletricidade


Uma visão da sala de baixo

Uma visão da sala de baixo


Lula da Silva na apresentação do livro

Lula da Silva na apresentação do livro


Lula da Silva, Mário Soares e José Sócrates

Lula da Silva, Mário Soares e José Sócrates


 Museu da Eletricidade

Museu da Eletricidade

Vista parcial

Vista parcial


José Socrates apresentando o seu livro

José Socrates apresentando o seu livro

Acordaram o político

24 Jun
“É por isso que a democracia está em baixa, porque não havia medo e hoje há muito medo. As pessoas têm de pensar duas vezes quando têm filhos. Mas é uma coisa que pode levar a atos de violência”, adverte. Mário Soares ressalva que é uma situação que não quer que suceda. No entanto, “pode acontecer, porque o desespero é tal que aqueles que têm fome podem zangar-se”.
Numa entrevista ao PÚBLICO, o ex-Presidente da República Mário Soares critica o presidente da Comissão Europeia e diz que o Governo não liga ao país, que a democracia está em perigo e que a sociedade portuguesa tem medo. Quanto à Europa, afirma que se esperam novos rumos.
A entrevista aqui

Obviamente, Dr. Mário Soares

4 Jun

 Mário  Soares ao Diário de Notícias :

A política e os Partidos

Por múltiplas razões, que um dia terão de ser analisadas a sério, a política, os políticos e os partidos, independentemente das diferenças, entre eles, não merecem do Povo boa reputação. Em grande parte porque os políticos se misturaram com os negócios e em alguns casos utilizaram a política para subir na vida e os partidos, sobretudo os do arco do poder, para lá chegar, fizeram o mesmo.

O patriotismo e o verdadeiro amor à Pátria, desapareceram entre boa parte dos militantes dos partidos, sobretudo entre os do chamado arco do poder com, felizmente, bastante exceções. Mas não são as exceções que contam para o Povo. São os casos óbvios da mistura entre políticos e negociantes, que são conhecidos, alguns até chegaram a ser arguidos mas não obstante ficaram impunes, porque a nossa Justiça se tornou não só lenta, como em alguns casos – bem conhecidos – fez vista grossa…

Conclusão: é necessário que os partidos mudem, se transformem, modernizem e que os seus dirigentes e militantes não caiam na tentação de ganhar dinheiro, por via dos negócios fáceis e ilícitos. Por seu lado, a Justiça tem de ser rápida – sobretudo nos processos em que os negócios se confundem com as políticas – e os magistrados e membros do Ministério Público percam a tentação de se exibir nos órgãos de comunicação social, porque então aí perdem, ao contrário do que alguns julgam, o prestígio e o respeito que lhes são devidos.

É claro que num regime pluripartidário, como o nosso, é difícil que os partidos sejam isentos da banca e dos negócios. Mas no estado a que os partidos chegaram, sobretudo os do arco do poder, repito, é necessário que o façam para reganhar o prestígio perdido, pelo Povo e pela gente honrada, que há ainda – e muita – felizmente.

Para tanto é preciso que os partidos – sobretudo os seus dirigentes sejam impolutos, como ainda há muitos, felizmente. A política é uma atividade muito nobre e importante que tem de ser prestigiada pelos cidadãos, para ser eficaz. Mas para isso tem de ser reconhecida como tal e estar ao serviço do Povo. No entanto, com o atual Governo, é impossível. Há que mudar rapidamente – não só em Portugal, mas em toda a Zona Euro – como tenho a esperança que aconteça. Por isso, me permito escrever estas linhas, com toda a isenção.

Finalmente, o futuro

3 Jun
Público de 3.06.13

Público de 3.06.13

A triste crónica de Alberto Gonçalves

2 Jun

‘Com o pretexto explícito de libertar Portugal da austeridade e o pretexto implícito de demitir o Governo, Mário Soares reuniu na Aula Magna o tipo de gente que hoje consegue reunir: socialistas do calibre de Ferro Rodrigues, comunistas do PCP e do Bloco, o redimido poeta Manuel Alegre e, através de mensagem escrita, Pacheco Pereira a título de pechisbeque dissidente.

Deve ter sido um espectáculo gracioso. O dr. Soares recuperou a tese do regicídio e, dando voz a um eleitorado que não lhe liga nenhuma, ameaçou Cavaco Silva com a violência popular caso não enxote depressa o dr. Passos Coelho. As menções ao presidente da República suscitaram gritos de “Palhaço!” na audiência. Uma senhora do Bloco declarou-se pronta para integrar a “convergência de esquerda” mal esta comece a mandar. Um deputado do PCP exigiu a devolução do que foi roubado. Cantou-se em coro a Grândola, vila morena. Queriam mais? (...)’

Não ! Bastou este naco de prosa de mau gosto, de Alberto Gonçalves no Diário de Notícias, para perceber que há Serões da Província que mais parecem Conversas em Família.

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