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Deputados PS solicitam relatório de auditoria

12 Fev

Relatório da Auditoria à Universidade Lusófona :

Em 2012 instalou-se a desconfiança e um descontentamento generalizado por parte da sociedade relativamente ao regime de reconhecimento e creditação da experiência profissional e académica que, por motivo da integração de Portugal no processo de Bolonha, se implementou no nosso sistema de ensino superior e que permitiu a obtenção de equivalências consideradas por muitos como desproporcionadas e inexplicáveis, nomeadamente na Universidade Lusófona.
Tendo em conta a polémica instalada, o Ministro da Educação e Ciência (MEC) solicitou à Inspecção Geral da Educação e Ciência o início da inspeção à Universidade Lusófona de Humanidade e Tecnologias, desenvolvida no âmbito das Auditorias Sistemáticas ao Ensino Superior Particular e Cooperativo, com o objetivo de verificar se as recomendações da auditoria de 2009 tinham sido cumpridas e se os procedimentos de creditação de competências eram efetivados de forma regular e legal.
Não obstante o anúncio de que os resultados seriam conhecidos durante o verão, só no mês de outubro se ficou a saber que este Ministério teria aplicado uma sanção de advertência formal a esta Universidade pelo não cumprimento das recomendações da Inspeção-geral quanto aos procedimentos de creditação profissional e ainda teria atribuído um prazo de 60 dias a esta instituição para verificar todos os antigos processos e, no caso de irregularidades, anular os graus académicos já atribuídos.
Pese embora o Grupo Parlamentar do Partido Socialista ter requerido, em diversas ocasiões, esclarecimentos sobre esta matéria, até hoje nenhum documento ou informação oficiais foram remetidos por parte do atual executivo.
Sendo certo que, segundo notícias veiculadas pela comunicação social, a Universidade Lusófona já entregou o relatório de reanálise dos processos de licenciatura obtidos com recurso a créditos de reconhecimento profissional, urge conhecer não só os processos analisados mas
também as conclusões finais deste relatório.
Tendo em conta a morosidade no tratamento de uma matéria tão sensível para a sociedade e a necessidade de um cabal esclarecimento por parte do atual executivo, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista requer, através de V. Exa., ao Ministro da Educação e Ciência a remessa do relatório final entregue pela Universidade Lusófona por motivo de auditoria iniciada ainda no ano passado e que culminou com a necessidade de verificar todos os processos e consequentemente de regularizar a sua situação.

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INSSURREIÇÃO UNIVERSITÁRIA, PRECISA-SE

10 Nov

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“Ontem pude testemunhar o quanto a Universidade (todo país!!) está no limite da paciência e à beira da revolta contra este governo e estas políticas. O TAGV não foi suficiente para acolher o caudal de professores, estudantes e funcionários da UC. Acredito que — tb aqui à semelhança do país — esta é uma onda que ainda está em formação e vai rebentar, tarde ou cedo!
Porém, se eu fosse o Reitor (ou melhor, se esta Universidade for capaz de fazer jus ao seu passado de lutas académicas), não seria no Gil Vicente, mas nos jardins da AAC ou na Praça da República, que a reunião devia ter tido lugar (era fácil mudar, mesmo ali ao lado). Não seria uma diretiva reitoral mas um grito da AAC que pararia a Universidade! Por outras palavras: não creio que a melhor forma de contestar estas politicas seja apenas com reuniões mais ou menos solenes, mais ou menos elitistas dos Srs Reitores num circulo fechado (na Sala Grande dos Actos ou em qualquer outra reitoria), mem mesmo com declarações bem intencionadas de dirigentes associativos identificados ou coniventes com este status-quo, mas antes com a efetiva consciencialização e mobilização dos estudantes e professores no seu conjunto. Os meus queridos colegas professores da Universidade de Coimbra, que há 30 ou 40 anos foram tão insubmissos, e bem, contra a Universidade salazarista não podem agora menosprezar o papel dos estudantes, que foram em todas as épocas e em todos os continentes os grandes actores da rutura e da mudança.
Se a Universidade quer deixar de ser o agente da reprodução das elites (é isso o elitismo) para ser um agente da mudança e da RENOVAÇÃO DAS ELITES, tem de gerar uma nova elite transformadora e democrática que empurre o país de novo para o progresso, e isso faz-se sobretudo do lado de fora das suas paredes. A Universidade deve abrir-se e não fechar-se, deve saber criar uma unidade ampla com todos os seus corpos, mas dar também a palavra aos seus estudantes. Deve permitir e até estimular a irreverência e não produzir apenas meninos que perseguem os mesmos exemplos e ambições individuais da “pseudoelite” tecnocrática, atualmente no poder. Para tal, digo eu, é fundamental que os nossos jovens, os estudantes universitários ACORDEM da sua letargia a assumam eles a iniciativa e a liderança desta luta. Porque, meus caros e minhas caras, não acredito que isto vá lá com paninhos quentes ou com jogadas políticas taticistas e discursos bem elaborados ditados do alto de uma cátedra. Acordem porque é o vosso futuro que está em causa.”


Elísio Estanque , investigador do Centro Estudos Sociais, da Universidade de Coimbra

Há outro caminho

3 Set

17 ABRIL 1969

17 Abr


“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos.”
Elleanor Roosevelt

HONORIS CAUSA

24 Jan

Dia 24 de Janeiro, pelas 10h30m, na Sala Capelos da Universidade de Coimbra, o ex-Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio recebe o prémio Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra. Na cerimónia estará presente Manuel Alegre, candidato à Presidência da República.

LUZIO VAZ, UM HOMEM BOM

20 Dez


foto retirada do Clube da Comunicação Social de Coimbra

“(…)António Lúzio Vaz é um mago da amizade, é um provedor dos aflitos, um homem com uma dimensão humanista que gosta de citar Cícero e cantar a “Pedra Filosofal”. Não gosta da etiqueta, quando esta traz o ferrete da hipocrisia, não tem paciência para alguns políticos da nossa Praça, a vida tem urgências inadiáveis que não o fazem perder muito tempo em retóricas de café. É um pragmático, mas convoca as palavras dos poetas para motivar os seus colaboradores. Tem as qualidades de quem cresceu a pulso e não se esqueceu. E nestas ocasiões este meu exercício é-lhe embaraçoso, mas é-lhe devido. Ele mudou a vida de muitos jovens, com a sua assinatura devolveu a esperança e a dignidade a muitos estudantes bolseiros que, de outra maneira teriam encontrado as trevas. A verdadeira homenagem a este homem bom, advogado e responsável dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra, só seria uma realidade, se o justo preito implicasse a mobilização de muitos milhares que gostariam de lhe proporcionar a alegria desse instante. Quando agradecemos a alguém o privilégio de partilharmos a sua bela amizade, é como se lhe disséssemos que os dias são intemporais, que as noites são o tempo da memória perene onde perpetuamos as cumplicidades e exaltamos “os nomes da coisas” que em comum vivemos. Ao António Lúzio Vaz deixo-lhe as veias intactas e suculentas, os silêncios e as palavras com que sempre o distingui.(…)”, assim descreve António Vilhena, em FÚRIAS, o “nosso” Luzio Vaz.
É com tristeza que assinalo a ausência num seu almoço de homenagem da grande maioria dos Presidentes da AAC, especialmente os do Projecto C (excepção a Luís Parreirão)
Luzio Vaz, o Homem, o Amigo, o Ser Solidário e o Socialista merecia tê-los neste dia com ele. Por certo os ausentes terão as suas razões para não terem ido ao almoço, mas também é verdade, que Luzio nunca lhes falhou, mesmo nos momentos mais difíceis!

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