Tag Archives: pobreza

Reunião com a UIPSS de Coimbra

4 Jun

No âmbito da iniciativa lançada pelo Secretário-Geral do PS sobre emprego e questões sociais, os deputados do PS  Coimbra foram recebidos pela direcção da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Coimbra, que aproveitou a oportunidade para apresentar um relatório da situação social que se vive no Distrito, e manifestar a sua preocupação com o agravamento do desemprego e das situações de pobreza extrema que se vão  sentindo  em alguns locais.
Foram ainda apresentadas as preocupações que se vão sentindo em algumas instituições, em consequência das dificuldades financeiras das famílias, reclamando as ipss um reajustamento dos acordos de cooperação às suas necessidades.
O Distrito de Coimbra registou entre 2011 e 2013, mais 30 mil desempregados ( + 57 %).
Os desempregados sem qualquer tipo de subsidio são mais de 12 mil, um crescimento superior a 50% relativo a 2011 e os apoios de RSI desceram cerca de 16 %, aumentando as insolvências, no período de 2011-2013, quase 90 %.

Deputados PS reunem com direção da União das IPSS de Coimbra

Deputados PS reunem com direção da União das IPSS de Coimbra

Porque será sempre pobre

7 Maio

Quebrando a Desigualdade é um documentário sobre a corrupção entre Washington e Wall Street, que provocou as maiores desigualdade na história da América. É um filme que expõe a verdade sobre acontecimentos ocorridos nos idos anos 70 e que nos fez chegar até aqui, numa perigosa viagem. A desigualdade atualmente é a pior de que há memória e não vê solução para este problema.Nenhum país na história do mundo foi forte, sem uma classe média e o caminho que percorremos atualmente está a destruir este segmento da população. O velho ditado “Como vai a classe média … assim vai a nação” vale ainda mais hoje do que nunca. Vivemos num mundo onde os governos podem criar tanto dinheiro quanto eles querem para financiar todos os tipos de projetos de desperdício, guerras, folhetos e salvamentos banqueiro. O sistema atual transferiu a riqueza dos americanos médios para uma pequena elite que não se preocupam com a maioria. Quebrando Desigualdade expõe a verdade por trás da raiz do problema e oferece uma solução para ajudar a acabar com ela. Nosso objetivo é alertar para o sistema atual que está a destruir o futuro,(…)
Dos autores ( tradução livre)

Análise anual do (de)crescimento na UE

4 Dez

Em 2012, a conjuntura económica na UE permaneceu frágil. Em relação ao ano considerado no seu conjunto, prevê-se atualmente uma contração do PIB de 0,3 % na UE e de 0,4% na área do euro. Será necessário tempo para que a retoma sustentável seja realidade. Após vários anos de crescimento moroso, a crise está a desencadear graves consequências sociais. Os sistemas de segurança social amortizaram alguns dos seus efeitos numa primeira etapa, mas o seu impacto repercute-se atualmente de forma generalizada. Registou-se um aumento substancial do desemprego, bem como das dificuldades económicas e da pobreza. (…)” Comunicado da Comissão Europeia que pode ser lido aqui

Lá faz primavera, cá estou doente

30 Nov

“Tenho afirmado que o Brasil que nós todos queremos construir é um País de classe média. E, para isso, nós colocamos como uma de nossas prioridades, desde o início do governo, a retirada de 16 milhões de brasileiros da pobreza”, afirmou a presidente Dilma Rousseff

Lançado este ano, o programa de complementação de renda Brasil Carinhoso era voltado a famílias com filhos de até seis anos. Com a ampliação, assistirá agora os beneficiários do Bolsa Família com pelo menos um filho até 15 anos. “Cada pessoa dessas famílias terá a renda complementada até receber uma renda de 70 reais, que é o limite para se sair da pobreza extrema. Estamos dando um passo decisivo para construir agora um futuro importante para nossas crianças e jovens”, acrescentou a presidente.

CONFISSÃO DE UM PROFESSOR…

15 Nov


A POBREZA ENVERGONHADA… PODE ESTAR AO NOSSO LADO!

“Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos. Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. Como é óbvio, fiquei chocado. Ainda lhe disse que não sou o Diretor de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar. De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude. Sabe que pode contar com a escola. Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com sal das suas lágrimas… Sem saber o que dizer, segurei-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. Começou por recusar, mas aceitou emocionada. Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir». Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado? 
É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. É este o Portugal dos nossos filhos. Circular esta mensagem pelos amigos e conhecidos, comentar, barafustar, são ações que nada poderão fazer para repor os valores deste país. É necessário fazer mais… Não há meios para isso? Com certeza que sim!”
REFLITAM E ATUEM!”

Este texto foi recebido por mail e circula na redes sociais. Por retratar uma realidade que também me tem chegado, quer pessoalmente, quer por mail, resolvi partilhar aqui este apelo dramático de uma realidade que alastra na nossa sociedade. Esta é uma realidade que se estende ao ensino superior onde muitos jovens resistem, não desistindo de tentar obter o grau académico pelo qual sonharam.

Quote

Vergonha

12 Out

“Uma infeliz “coincidência” fez com que este Governo publicasse hoje, dia em que conhecemos a devastação fiscal do próximo Orçamento, e em que, portanto, as notícias não falarão de outra coisa, mais uma machadada vergonhosa no nosso Estado Social.

O que vou escrever pode não ser muito popular, mas escrevo sobre o que penso sinceramente que não pode acontecer numa sociedade europeia avançada.

Os beneficiários do RSI já estavam obrigados a aceitar emprego ou trabalho socialmente útil, mas ele era compensado com uma bolsa mínima, que garantia um mínimo de dignidade a tal esforço e ajudava um pouco essas famílias.

Este Governo cumpriu a indecorosa ameaça que tinha feito, depois de já ter cortado 40€ por mês a cada criança e outro tanto a cada mãe beneficiária do RSI. Agora, através do infame DL221/2012, chegou a vez de pôr os mais desgraçados entre os pobres (não são os que cometem fraude, que não devem ser apoiados, mas esses devem ser e são já muito fiscalizados), a trabalhar de borla para o Estado e para as IPSS. Nem aos presos se pede que trabalhem de borla, mas a pena dos pobres, essa é agravada!

Este mesmo Governo, este ano, deu aos detentores de grandes capitais colocados ilegalmente em off-sores, uma amnistia fiscal, mas para os pobres e desgraçados, esses, por serem pobres, são condenados a trabalhos forçados e à borla, para a coisa ser ainda mais humilhante!”

Pedro Marques , no Facebook

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