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Convite

13 Jun

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Reunião com a UIPSS de Coimbra

4 Jun

No âmbito da iniciativa lançada pelo Secretário-Geral do PS sobre emprego e questões sociais, os deputados do PS  Coimbra foram recebidos pela direcção da União das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Coimbra, que aproveitou a oportunidade para apresentar um relatório da situação social que se vive no Distrito, e manifestar a sua preocupação com o agravamento do desemprego e das situações de pobreza extrema que se vão  sentindo  em alguns locais.
Foram ainda apresentadas as preocupações que se vão sentindo em algumas instituições, em consequência das dificuldades financeiras das famílias, reclamando as ipss um reajustamento dos acordos de cooperação às suas necessidades.
O Distrito de Coimbra registou entre 2011 e 2013, mais 30 mil desempregados ( + 57 %).
Os desempregados sem qualquer tipo de subsidio são mais de 12 mil, um crescimento superior a 50% relativo a 2011 e os apoios de RSI desceram cerca de 16 %, aumentando as insolvências, no período de 2011-2013, quase 90 %.

Deputados PS reunem com direção da União das IPSS de Coimbra

Deputados PS reunem com direção da União das IPSS de Coimbra

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Felizmente ainda há quem debata

7 Fev

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Portugal procura democracia para relacionamento sério

5 Fev

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Paulo Valério nas Beiras :

‘ Nos próximos tempos, seremos chamados a escolher. Nas autárquicas, entre Machado e Barbosa de Melo. No PS, entre Costa e Seguro. Em legislativas, talvez, entre um destes últimos e Passos Coelho. Escolheremos, pois, como sempre, para, no dia seguinte, seja qual for o resultado, voltarmos ao desalento do costume. Há décadas que é assim, primária e imatura, a nossa relação com a democracia.

O eleitor português está para a democracia, como o Zé Zé Camarinha está para as inglesas de Albufeira. Vivemos uma espécie de “Camarinhocracia”. Tudo se resume a meter, o mais depressa possível, o voto dentro da urna. Depois, a insatisfação e ansiedade próprias de quem não tem qualquer capacidade para lidar com um verdadeiro compromisso.

Em geral, quando escolhemos, tendemos a achar que o nosso candidato, consumada a eleição, acorda penteado, sem olheiras e a cheirar a sensodyne. Ou por outra, não queremos saber disso para nada. No fundo, esperamos que não nos incomode durante, pelo menos, uns quatro anos, altura em que talvez nos disponhamos a voltar a introduzir o dito cujo, na urna.

Talvez o Zé Zé Camarinha pudesse ser hoje um pacato chefe de família, com um rancho de miúdos loiros a puxar-lhe as calças, à sombra de uma alfarrobeira. E talvez todos nós pudéssemos hoje conviver melhor com a política, com o país e connosco próprios, se tivéssemos sabido manter com a democracia uma relação adulta, comprometida e, porque não dizê-lo, apaixonada.

Assim, vai-nos calhando quem, na verdade, tem pouco mais do que umas cambalhotas na areia para oferecer.

Ao fim de 38 anos, a adolescência democrática de Portugal ultrapassou todos os limites. É preciso construir uma relação madura com a política, participando, de facto, e resistindo a escolher candidatos em função de instintos básicos. Neste contexto, gosto de acreditar que Portugal é um jovem trintão vivido, mas de bons costumes, ainda a tempo de encontrar uma democracia educada e carinhosa, disponível para relacionamento sério.’

Mega revolta

31 Jan

 

Esta semana, desloquei-me a Oliveira de Hospital para tentar perceber a revolta sentida pelo Presidente daquele Município contra a posição da Direcção Regional de Educação do Centro, na implementação ali de um mega agrupamento.

Tinha lido as declarações de José Carlos Alexandrino e sentia- se no seu conteúdo um sentimento de revolta pela forma como o processo tinha decorrido, colocando até, a possibilidade de recurso a todos os meios jurídicos ao seu dispor .

Quando fomos recebidos pela Presidente do primeiro agrupamento de escolas que visitei, e foram quatro as escolas onde estive, percebi logo a essência de todo o protesto . Ele tinha em si a reprovação do engano.

E com razão . Senão vejamos. Há uns meses,  a Directora Regional de Educação do Centro ( entretanto extinta) articulou com o Município e com os agentes educativos a criação de dois agrupamentos escolares no concelho de Oliveira de Hospital,  envolvendo a comunidade escolar num pacifico consenso. Mas, de repente, sabem pela comunicação social que afinal a Direcção Regional, no seu estertor, em vez de dois agrupamentos tinha criado apenas um mega agrupamento . Pensaram ser engano,  mas rapidamente perceberam que essa era a realidade que  materializava uma falsa negociação quando, horas depois de terem lido a imprensa, receberam uma comunicação da Directora Regional da extinta Educação .

Porque ela não obedeceu às regras que deveriam ter os compromissos entre responsáveis que têm de dar resposta às múltiplas questões que pais, docentes, alunos e funcionários querem saber; Porque ela viola uma das principais conquistas do regime democrático, a de uma Educação de qualidade para todos e porque a falta de frontalidade e rigor deixa uma comunidade educativa defraudada .

Poderia não ser fácil, poderia até necessitar de um período de reflexão , mas nunca uma decisão que se pretendia num sentido poderia ter sido trabalhada em sentido diverso.

Esteve mal a Sra. Directora Regional na forma como conduziu todo este processo. Esteve bem o Presidente da Câmara na sua revolta. Encontrar-se-ão por certo no futuro. E ai facilmente se percebera quem defendeu os interesses do concelho.

Nas Beiras

 

Leituras

26 Dez

(…)Agora, não me interessam a Ceres, o dr. Carlos Encarnação ou o governo da época. Para aquilo que nos traz aqui, são apenas mais uma fábrica, mais um autarca, mais um governo. E isso é tanto mais certo quanto a história se terá repetido centenas de vezes, por esse país fora, ao longo dos anos. Em todos os casos, os intervenientes limitaram-se a seguir um guião preestabelecido: as fábricas em Portugal são para fechar; os governos fazem flores com o dinheiro da Europa (que nos empurra para o sector terciário); e os autarcas ocupam-se a inaugurar pelourinhos, licenciar obras de construção civil, patrocinar clubes de futebol e receber os munícipes, uma vez por semana.(…)”  Paulo Valério

TRIBUNAL – Num Portugal em contínua decadência, os cidadãos só poderão ter confiança na justiça para os defender. Pois. Mas nem sempre. Um amigo confidenciou-me que, sobre um processo, já se fizeram as alegações finais há 6 anos, sentença nem vê-la! Devem ter mudado a secretária e os “papelinhos já eram”…ou os ratos roeram-nos! A eles, claro! (...)”  Luis Santarino

Pedro Bingre e a corrupção urbanistica

10 Dez

” A Corrupção urbanistica é o cerne do problema que estamos a viver”, Pedro Bingre do Amaral

Financiamento Internacional

oportunidades e recursos

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Conversa sobre o que nos dá na real gana…

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A OPINIÃO (QUASE) CERTEIRA

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