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Assembleia da ANA PS em Coimbra

5 Jan
“O PS defende que Portugal regresse aos mercados de forma limpa, isto é, sem necessitar de apoio”, reiterou o líder socialista, em Coimbra.
António José Seguro intervinha no encerramento da assembleia geral da Associação Nacional de Autarcas Socialistas (ANA PS), para cuja liderança foi eleito José Luís Carneiro, presidente da Câmara de Baião e da Federação do Porto do PS, sucedendo a Rui Solheiro, ex-autarca de Melgaço e atual secretário-geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses.
“O que queremos sabemos muito bem: que Portugal siga o caminho da Irlanda, que Portugal regresse aos mercados de forma limpa”, insistiu, salientando ter sido “para isso que o primeiro-ministro exigiu tantos sacrifícios” aos portugueses.
No entanto, Portugal “entra no novo ano sob o signo da incerteza”, disse.
“Vamos terminar, no final do primeiro semestre deste ano, o programa de assistência e económica e financeira a Portugal e não sabemos o que vai acontecer ao nosso país”, adiantou António José Seguro.
Ao questionar “se será uma saída com ajuda ou sem ajuda”, advertiu que “qualquer tipo de apoio exige mais sacrifícios” aos cidadãos.
“Nós não escondemos a diferença entre um programa cautelar e um segundo resgate”, referiu.
O secretário-geral do PS recusou “mais sacrifícios e mais sofrimento”, sobretudo para os reformados e pensionistas, e insurgiu-se contra uma “TSU dos idosos”.
O PS “está contra essa nova TSU dos idosos” que o Governo de Pedro Passos Coelho “se prepara para aplicar” no âmbito do Orçamento de Estado para 2014.
“Não tinha de ser assim”, mas tal acontece “por impreparação para governar” e por “opção ideológica” do executivo de coligação PSD/CDS, num momento em que “uma parte ínfima de portugueses se transforma em milionários”, enquanto, segundo António José Seguro, a classe média “está praticamente dizimada” pelas políticas dos últimos dois anos e meio.
Diário Digital/Lusa

Manuel Machado durante a sua intervenção na assembleia geral da Associação Nacional Autarcas Socialistas, em Coimbra

Manuel Machado durante a sua intervenção na assembleia geral da Associação Nacional Autarcas Socialistas, em Coimbra


Jorge Botelho, Presidente Câmara de Tavira durante a sua intervenção na ANA PS

Jorge Botelho, Presidente Câmara de Tavira durante a sua intervenção na ANA PS


António José Seguro, Secretário Geral do PS no encerramento da ANA PS

António José Seguro, Secretário Geral do PS no encerramento da ANA PS

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Novo governo precisa da legitimidade do voto

9 Jul

O secretário-geral do PS alegou hoje que Portugal “está confrontado com a necessidade de negociar um novo programa” com os seus parceiros europeus e defendeu que isso reforça a necessidade um novo Governo legitimado pelo voto. Recebido no Palácio Belém, António José Seguro sustentou que o país ficará com uma solução de Governo fraca se mantiver o executivo PSD/CDS-PP, afirmou que “os problemas não se resolvem com remendos”, insistindo em eleições legislativas antecipadas. O secretário-geral do PS foi recebido durante cerca de 40 minutos, pelo Presidente da República, Cavaco Silva, a propósito da crise no executivo, que entretanto PSD e CDS-PP declararam ter resolvido, através de um “entendimento” apresentado pelo ao chefe de Estado na sexta-feira à tarde. “O nosso país está confrontado a necessidade de negociar um novo programa, chama-se ele programa cautelar ou outro programa qualquer, e isso decorre do falhanço das políticas de austeridade e das políticas deste Governo”, afirmou António José Seguro. “Ora, que melhor do que ter um Governo legitimado popularmente através pelo voto democrático para poder efetuar essa negociação com os nossos parceiros europeus ? Este é o momento de o fazer. Este é o momento de o país ter uma oportunidade para se pronunciar, devolvendo a palavra aos portugueses, de modo a escolherem que caminho querem para Portugal e quem é que desejam para liderar esse caminho”, acrescentou. Nestas declarações aos jornalistas, António José Seguro reiterou que “o PS só voltará para o Governo depois da realização de eleições”. O secretário-geral do PS chefiou uma delegação de dirigentes socialistas que incluiu a presidente do partido, Maria de Belém, os membros do Secretariado Nacional Francisco Assis e Alberto Martins e o líder parlamentar, Carlos Zorrinho. António José Seguro começou por dizer que “não basta uma maioria parlamentar para garantir estabilidade no país”, referindo que, “mesmo com maioria parlamentar, o Governo criou uma grave crise política” na semana passada. “Problemas não se resolvem com remendos, resolvem-se com soluções. E a solução, do nosso ponto de vista, é dotar o país de um Governo coeso, de um Governo competente e que gere confiança nos portugueses”, declarou o socialista. Segundo o secretário-geral do PS, Portugal vive “uma crise social, uma crise económica, e uma crise política”. Seguro acentuou a ideia de que só de eleições antecipadas poderá resultar um executivo com “um mandato claro”e “um apoio muito forte dos portugueses” de que Portugal precisa. O secretário-geral do PS já tinha estado reunido com o Presidente da República na quarta-feira, a seu pedido, feito com caráter de urgência, na sequência da demissão do ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, que foi divulgada na segunda-feira. No final dessa audiência, António José Seguro, defendeu a realização de eleições legislativas antecipadas no mesmo dia das autárquicas, 29 de setembro. IEL // PGF

Seguro quer pôr fim à crise política

3 Jul

O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que “é urgente pôr um fim” à “crise política” provocada pela demissão de Paulo Portas, que “deita fora os pesados sacrifícios que os portugueses têm vindo a fazer”.
“Quero dizer uma vez mais que reprovo, como todos os portugueses com certeza me acompanham, a atitude profundamente irresponsável do primeiro-ministro e do Governo, que deita fora os pesados sacrifícios que os portugueses têm vindo a fazer”, disse o líder socialista.
António José Seguro falava no final de uma audiência com o Presidente da República, no Palácio de Belém.
“Só num dia, as empresas portuguesas cotadas em bolsa perderam 2,6 mil milhões de euros, os juros voltaram a subir, ninguém compreende estas atitudes e este desmoronamento do Governo”, criticou o socialista.
Seguro, que referiu ter tido uma reunião “extremamente positiva” com Cavaco Silva, defendeu que “é preciso dar uma palavra de confiança e esperança aos portugueses” e “é urgente parar com esta irresponsabilidade e por um fim a esta crise política”.
“Transmiti ao senhor Presidente da República a minha posição e a do PS, consideramos que o país tem de ser dotado rapidamente de um Governo forte, coeso, coerente, que faça com que os sacrifícios tenham sentido, que recupere a credibilidade externa perdida e, acima de tudo, assuma o compromisso a que o Estado português está vinculado”,disse.
O secretário-geral do PS disse que não divulga “o que se passa nas reuniões com o senhor Presidente da República” e vincou que a sua responsabilidade é “apresentar soluções”.
Questionado pelos jornalistas sobre os contactos nacionais e internacionais que tem mantido, António José Seguro confirmou ter falado com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e com o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, e adiantou que estas conversações vão “continuar nos próximos dias”.
ATF // PGF

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Poiares Maduro no Novo Ciclo

4 Jun

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5 propostas para sair da crise

1 Mar

As propostas do PS para sair da crise, apresentadas hoje pelo Secretario Geral, António José Seguro no Parlamento :

1 – Parar com a austeridade
Abandonar a intenção do Governo de cortar 4 mil milhões de euros nas funções sociais do Estado.
O PS defende disciplina e rigor orçamental. Coisa diferente é um corte brutal nas funções sociais que aumentarão a recessão económica e gerarão ainda mais desemprego.

2- Estabilizar a economia
No curto prazo devem ser adoptadas medidas que estimulem o investimento e dinamizem a procura interna, tanto por razões económicas, como por razões sociais:
Algumas medidas:
i) Redução do IVA para a restauração
ii) No âmbito de um Acordo Estratégico de Concertação, aumentando salário mínimo e as pensões mais baixas, a par da estabilização do quadro fiscal
iii) Plano de reabilitação urbana (promovendo eficiência energética), com aproveitamento de fundos comunitários
iv) Financiamento da economia e das PME. É urgente criar o Banco de Fomento. São importantes medidas como a consideração fiscal dos suprimentos como apoio à capitalização das empresas.

3 – Programa de emergência para apoiar os desempregados sem qualquer protecção social
Mobilizar fundos comunitários para criar um programa de qualificação e formação profissional destinado aos desempregados que não tem qualquer proteção social.

4- Adoptar uma estratégia realista para diminuição da dívida pública e do défice orçamental
Mais tempo para fazer diferente e não para continuar a mesma política.
Assumir uma estratégia realista, credível que possa gerar confiança.
Não é possível consolidar até 2015.
Medidas:
a) Renegociação das condições de ajustamento com metas e prazos credíveis, adequados à realidade económica e social do país e ao desempenho da economia europeia e mundial;
b) Renegociação do alargamento dos prazos de pagamento de parte da divida pública;
c) Renegociação do diferimento do pagamento de juros dos empréstimos obtidos;
d) Renegociação dos juros a pagar pelos empréstimos obtido;
e) Reembolso dos lucros obtidos pelo Banco Central Europeu (sistema europeu de bancos centrais) pelas operações de compra de dívida soberana. Só para o corrente ano estão em causa cerca de 3 mil milhões de euros para Portugal.

5 – Agenda para o crescimento e o emprego
i) Promovendo captação Investimento Directo Estrangeiro
b. Diminuição de custos de contexto
c. Tribunal para dirimir conflitos investimento estruturante, incluindo o estrangeiro
d. Investimento no alargamento do Porto de Sines e alargamento do parque logístico
e. Ligação ferroviária de mercadorias Sines-Madrid
f. Desenvolvimento e qualificação das Áreas de Acolhimento Empresarial
ii) Fomentando as exportações
a. Reembolsos do IVA atempados
b. Estímulos fiscais à exportação com revisão do DL 250/2009
c. Utilização da recapitalização da banca para financiamento de sectores transacionáveis
d. Reforço dos instrumentos de seguro de crédito à exportação e de pré-financiamento das exportações
iii) Lançando programa de substituição das importações por aumento da produção nacional
a. Desenvolvimento do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento de Recursos Endógenos (agro-alimentar, mar, floresta e turismo)
b. Dinamização dos Pólos de Competitividade e dos Clusters
c. Desenvolvimento do perímetro de rega do Alqueva

O verdadeiro problema

29 Jan

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Sergio Sousa Pinto no Facebook:
‘Não deixa de ser curioso: os mesmos que reviram os estatutos para impedir um congresso electivo em 2015, com o objectivo de atrapalhar o aparecimento de alternativas internas; os mesmos que querem impor um calendário em que as eleições autárquicas sirvam para condicionar o aparecimento de alternativas no congresso, – são os mesmos que andam a fazer-se de vitimas e a organizar desfiles e marchas de apoio ao SG, roxos de indignação.
Ainda o momento de democracia interna não está marcado – são eles que marcam – e já andam a gemer pelos jornais , contra “deputados”, ” socratistas”, e outras categorias especialmente execradas. Creio que António José Seguro não tem culpa de ter à volta esta milícia de patetas.
Mais valia que cantassem em vez de gritar. Dizem que quem canta, seus males espanta
.’

Mais do que as palavras são precisos atos

19 Jan

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O secretário-geral do PS, António José Seguro afirmou hoje em Coimbra que os socialistas querem que os portugueses voltem a “acreditar na política” e “nos políticos”, não com palavras, mas com atos.
O líder do PS falava no encerramento da primeira sessão conjunta dos grupos de trabalho do Laboratório de Ideias e Propostas para Portugal (LIPP), que decorreu na Escola Básica e Secundária da Quinta das Flores, em Coimbra.
“A manifestação que houve em setembro do ano passado não foi só uma manifestação contra o governo, sabemos que foi essencialmente contra a política do governo e contra a TSU [Taxa Social Única], mas também foi uma manifestação de desilusão de milhares e milhares de portugueses, em relação aos partidos políticos, em relação à forma como se faz política em Portugal”, sustentou.
Para António José Seguro é preciso “entender isso” e “dar razão aos portugueses, para voltarem a acreditar na política, nos políticos, mas não com palavras, com atos, com uma nova forma” de relacionamento com eles.
“É por isso”, sublinhou, que a alternativa proposta pelo PS “não é só uma questão de políticas, não é só uma questão de medidas, é também uma questão de atitude, é também uma questão de postura e é, essencialmente, uma questão de cultura democrática e de ética no exercício do poder”.
Essa cultura e essa ética exigem “cumprir o que se promete e ter a humildade de dizer sempre a verdade e de nunca prometer aquilo que sabemos, de antemão, que não podemos cumprir”, defendeu o líder socialista.
A primeira sessão conjunta dos grupos de trabalho do LIPP, que decorreu durante todo o dia, dedicou a manhã a reuniões especializadas de diversas áreas, tendo a tarde sido ocupada com um plenário em que foram debatidas questões relacionadas com o crescimento económico e o emprego, com o combate às desigualdades sociais e com a boa governação, em que participaram, designadamente, o economista João Ferreira do Amaral e o sociólogo Miguel Cabrita.
“Mais de cinco mil pessoas já colaboraram com o LIPP”, distribuídas por sessões distritais e cinco conferências alargadas, referiu, na sua intervenção, António José Seguro.
O conselho coordenador do LIPP é constituído por Alfredo Bruto da Costa, Francisco Assis, Gustavo Cardoso, Helena Freitas, João Cardoso Rosas, Júlio Pedrosa, Maria João Rodrigues, Rui Grilo e Sara Medina.

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