Archive | Sociedade RSS feed for this section

Campanha ” Laço Branco contra a Violência”

15 Dez

Presidente da Adiber, Dr. Miguel Ventura, na apresentação da campanha " Um Laço branco contra a violência contra Mulheres" Presidente da Adiber, Dr. Miguel Ventura, na apresentação da campanha ” Um Laço branco contra a violência contra Mulheres”

A campanha " Laço Branco"

A campanha ” Laço Branco”

Almoço solidário em Oliveira do Hospital

30 Jun
No âmbito da iniciativa ” Há festa na Zona Histórica”, organização conjunta da Junta de Freguesia  e Câmara Municipal de Oliveira de Hospital, com apoio da Delta Cafés, ocorreu ontem um Almoço Solidário naquela cidade, cuja receita reverteu para a ARCIAL. Esta é uma instituição, com sede em Oliveira de Hospital, empenhada em promover a formação escolar e a inserção social de crianças e jovens com deficiências ou doentes mentais, quer através do seu Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), quer através de acções no âmbito do IEFP e, brevemente, também através das Residências Autónomas. Estas Residências aguardam a celebração de acordos de cooperação e a sua inauguração, o que se prevê para breve, segundo garantia que me foi dada pelo Secretário de Estado da Segurança Social, Marco António, na passada sexta-feira, na Assembleia da República.
Recorde-se que o Ministro da Segurança Social e da Solidariedade anunciou no inicio de Junho o aumento de apoios à deficiência, com o aumento de 570 novos acordos , revelando uma preocupação com esta resposta social.
No referido almoço solidário, pude confirmar a dinâmica da direcção da ARCIAL e o envolvimento de todos quantos desenvolvem funções naquela IPSS. Também presentes várias individualidades, pais e amigos da instituição, os responsáveis da Delta no Distrito, a equipa de Veteranos do Sporting Clube de Portugal, a Tuna da ESTGOH e , obviamente, o Presidente da Junta de Freguesia e o Presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Hospital, impulsionadores de uma nova dinâmica àquela cidade, transformando-a num local de múltiplas atracções e desafios.
Também presente o vice-presidente da autarquia , Francisco Rolo , também Presidente da Concelhia do PS Local.
À ARCIAL, na pessoa da sua Presidente de Direcção, Dra Rosa Carvalho, o meu agradecimento pelo convite e os meus votos de que continuem a servir as crianças com deficiência com a qualidade de sempre.
" Há Festa na Zona Histórica" - Oliveira de Hospital

” Há Festa na Zona Histórica” – Oliveira de Hospital

O meu agradecimento pelo convite

O meu agradecimento pelo convite

Pausa, com Rosa Carvalho, Francisco Rolo, Américo Batista

Pausa, com Rosa Carvalho, Francisco Rolo, Américo Batista

Os convivas, com a equipa de Veteranos do Sporting Clube de Portugal

Os convivas, com a equipa de Veteranos do Sporting Clube de Portugal

Os convivas, parte 2

Os convivas, parte 2

O equipar à Sporting

O equipar à Sporting

Com Jorge Cadete

Com Jorge Cadete

Com Fernando Mendes

Com Fernando Mendes

Onde e como se vive em Portugal

26 Jun
De acordo com os resultados definitivos dos Censos 2011 na região de Lisboa regista-se a maior densidade populacional, apesar de ser a região Norte a concentrar a maior parcela da população portuguesa. A região do Alentejo tem a maior proporção de idosos e de alojamentos familiares ocupados apenas por idosos, mas, entre estes últimos, é na região da Madeira que se verifica a maior proporção de alojamentos ocupados por idosos sós.
A maior proporção de edifícios com 1 ou 2 alojamentos verifica-se na região dos Açores (98%), por oposição à região de Lisboa, que regista a menor proporção destes edifícios do país (74%).
É na região de Lisboa que mais alojamentos estão ocupados como residências habituais enquanto na região do Algarve as residências secundárias têm a maior expressão do país. As residências habituais são, em média, mais espaçosas nas regiões do Centro e dos Açores, registando-se, nesta última, os maiores rácios de pessoas e de divisões por alojamento.
Na região Centro, a maior proporção de residências habituais são ocupadas pelos proprietários, mas é na região de Lisboa que se registam mais proprietários com encargos por compra do alojamento e na região da Madeira verifica-se o valor médio mais elevado de encargos. É na região de Lisboa que mais residências habituais são ocupadas por arrendatários, predominando os contratos de duração indeterminada. É na região do Algarve que se paga o valor médio mais elevado de renda mensal.
População
A região Centro detém a segunda maior superfície do território nacional (cerca de 28 mil km2) e a terceira maior população residente (2 328 mil habitantes que correspondia a 22% do total
de residentes em Portugal em 2011), conduzindo a uma densidade populacional de 83 habitantes/km2.
É no município de Coimbra que reside o maior número de indivíduos da região Centro, mas é no município do Entroncamento que se regista a maior densidade populacional da região. No interior da região Centro localizam-se os municípios com menor população residente.
A região Centro tem a segunda maior proporção de residentes com 65 ou mais anos do país (22,4%) e cerca de 15% dos alojamentos familiares desta região estão ocupados apenas por pessoas idosas, dos quais 49% com idosos a viverem sós. A região da Beira Interior Sul concentra os três municípios com as maiores proporções de população residente com 65 ou mais anos. Entre a população idosa residente em Penamacor, 78,5% reside sozinha ou na companhia de outros indivíduos do mesmo grupo etário, correspondendo à percentagem mais elevada do país. Aproximadamente 20% dos alojamentos familiares deste município estão ocupados unicamente por pessoas com 65 ou mais anos e, entre estes, cerca de 50% habitam sozinhos. Por outro lado, a região do Baixo Vouga apresenta-se com menor proporção de idosos, destacando-se o município de Ovar, com 15,9% da população residente com 65 ou mais anos.
 Edifícios
Cerca de 31,4% dos edifícios clássicos recenseados encontram-se na região Centro (1 112 mil edifícios), tendo-se registado proporções semelhantes entre edifícios construídos antes de 1919 e construídos entre 2006 e 2011 (5,2% e 5,6%, respetivamente).
Os três municípios do Pinhal Interior Norte (Góis, Arganil e Tábua) registam as maiores proporções da região Centro no que respeita aos edifícios construídos antes de 1919. Destaque ainda para o município da Batalha (região do Pinhal Litoral) com a menor proporção de edifícios construídos antes de 1919 e para o município de Óbidos (região Oeste) com a maior
proporção de edifícios construídos entre 2006 e 2011 (cerca de 17%).
Cerca de 96% dos edifícios clássicos da região Centro têm 1 ou 2 alojamentos. As regiões Pinhal Interior Sul e Pinhal Interior Norte registam as maiores proporções de edifícios com 1 ou 2 alojamentos (acima de 98%). Por outro lado, a região do Baixo Mondego tem a maior proporção de edifícios clássicos com 3 ou mais alojamentos (6,6%) e, inserida nesta, o município de Coimbra apresenta a maior proporção (12,5%). No entanto, é o município do Entroncamento que regista a maior proporção de edifícios clássicos com 3 ou mais alojamentos na região Centro (22,4%).
Alojamentos – Forma de ocupação
Na região Centro, cerca de 72% dos alojamentos estão ocupados como residências habituais, distinguindo-se as regiões Baixo Vouga e Pinhal Litoral, com as maiores proporções (cerca de 81% e 80%, respetivamente, entre os alojamentos clássicos ocupados). No entanto, é no município de Condeixa-a-Nova (região de Baixo Mondego) que se verifica a maior proporção de residências habituais entre os alojamentos clássicos ocupados (88,9%). No que concerne
às residências secundárias, as maiores proporções registam-se nas regiões do Pinhal Interior Sul e Beira Interior Norte (cerca de 44% em ambas as regiões). O município do Sabugal apesenta a maior proporção de residências secundárias entre os alojamentos clássicos ocupados (62,5%).
O destino para venda foi identificado para 19,4% dos alojamentos vagos da região Centro, destacando-se a região da Beira Interior Sul, com 27% dos alojamentos clássicos. O arrendamento é a finalidade de 11,3% dos alojamentos vagos, tendo sido registada a maior proporção na região Oeste (cerca de 15%), onde se localiza o município da Nazaré que apresenta a maior proporção de alojamentos vagos para arrendamento (28,9%).
As residências habituais da região Centro apresentam uma área média útil de cerca de 118 m2. A região do Baixo Vouga regista a maior área útil da região Centro (127,8 m2), onde se destaca o município de Oliveira do Bairro, com 140,9 m2, e em que cerca de 17% dos alojamentos ocupados como residência habitual têm áreas médias iguais ou superiores a 200 m2.
Em termos de índices de ocupação, considerando apenas os alojamentos clássicos, na região Centro habitam, em média, 2,6 pessoas por alojamento e os alojamentos dispõem, em média, de 5,3 divisões. É nos municípios de Estarreja, Ovar, Vagos e Oliveira de Frades que residem mais indivíduos por alojamento (2,8). No que concerne ao número médio de divisões por alojamento, distinguem-se os municípios de Anadia, Penacova e Mortágua, com uma média de 5,9 divisões por alojamento.
Na região Centro, os proprietários ocupam cerca de 81% das residências habituais e aproximadamente 33% têm encargos com a compra, sendo o valor médio dos encargos de 378 euros. A região NUTS III do Pinhal Interior Sul distingue-se com a maior proporção de alojamentos clássicos ocupados pelos proprietários (91%) e sobretudo sem encargos (80,5% dos alojamentos).
Nas regiões do Médio Tejo e do Oeste encontram-se as maiores proporções de proprietários com encargos por compra (38,2% e 36,6%, respetivamente), com valores de encargos médios de 380 euros e 393 euros, respetivamente. O maior valor de encargos por compra de habitação verifica-se na região NUTS III da Beira Interior Norte (408 euros), com destaque para o município da Guarda (com um valor médio de encargos de 464 euros).
Continuar a ler o Boletim do Instituto Nacional de Estatística, aqui

A realidade social e a falta de respostas

19 Jun
Jornal Noticias 19.06.13

Jornal Noticias 19.06.13 – estudo da Caritas 

Cumpra-se Abril

25 Abr

20130425-220828.jpg Com Teresa Coimbra, ex-deputada do PS

Quando se aproxima o momento de comemorar Abril, recordamos o que vivemos e sonhamos nessa madrugada do dia 25, há 39 anos. Voltamos a falar de liberdade, de igualdade e fraternidade. Enchemos o peito e gritamos a defesa das conquistas desse dia e juramos fidelidade ao estado social.

Mas quando nos afastamos desse dia no calendário, voltamos a relativizar tudo o que achamos importante neste percurso anual. Não devíamos, porque se foi fácil para a maioria dos portugueses acordar em liberdade e sonhar com uma sociedade mais igual, para os militares que estiveram na conceção e execução dessa Revolução dos Cravos foi muito difícil.

E o facilitismo é que nos têm destruído. Tem sido assim na política autárquica e nacional. E também na vida dos partidos. E essa facilidade com que se encara essa nobre função que deveria ser o exercício da atividade política tem gerado o seu empobrecimento, a sua descredibilização e um desencanto que a tem corroído e destruído.

Se neste momento pudéssemos ( como se tal fosse possível) reinventar Abril, teríamos que recuperar a dignidade da política e do seu exercício. Não “meter debaixo do tapete” os problemas mas assumirmos colectivamente uma intrínseca vontade de os resolver. Mudar os comportamentos, assumir compromissos em vez das demagogias eleitoralistas de cada momento, ser sério no público servir, reorganizar os partidos como estruturas onde se afirmam projetos de sociedade, e pensar o bem comum como instrumento de satisfação do bem individual, e não o seu contrário.

Seria impossível ainda assim recriar aquela manhã de Abril, mas já seria uma trova do vento que passa. Porque desejamos um Abril sempre. Em Maio ou em Novembro também pode ser. Pode ser sempre que um homem quiser. Por todos aqueles que sempre acreditaram nesse dia. Não foi fácil…e nós andamos a facilitar.

Essa é a verdadeira questão

7 Mar
Jorge Nuño, Secretario Geral da Cáritas Europa ao jornal Público, 7.03.13

Jorge Nuño, Secretario Geral da Cáritas Europa ao jornal Público, 7.03.13

Originalidades

24 Fev

A ideia de pedir fatura em nome de Passos Coelho é original como modelo de contestação e já teve eco na imprensa internacional. Mas  esse protesto traz com ele uma curiosa contradição, a de satisfazer os dois membros do Governo que se pretendem atingir. Vitor Gaspar vê  satisfeito o seu objectivo de controlo das transacções comerciais e de fuga aos impostos e Passos Coelho vai beneficiar da dedução em sede de IRS . Só nos confirma como um povo original na contestação social.

Financiamento Internacional

oportunidades e recursos

Praça do Bocage

Conversa sobre o que nos dá na real gana…

almôndega

narrativas, cebolas e molho vermelho

Recordar, Repetir e Elaborar

O de sempre, só que de novo.

Pra Fora

Depositário do que eu vejo por aí

Casa das Aranhas

Uma Voz Alternativa Islâmica em Português

O Informador

Jornalismo, média, actualidade nacional e internacional

Palavras ao Poste

A OPINIÃO (QUASE) CERTEIRA

%d bloggers like this: