Tag Archives: Impostos

Este Estado é um condomínio privado

11 Jan

Fernando Sobral no Jornal de Negócios :
‘ Este relatório é apenas o corolário da verdadeira estratégia de Passos, Gaspar, FMI e UE para Portugal: acabar com o Estado social e arrasar a classe média através de impostos sem fim. Agora, após este relatório, onde está evidente toda essa estratégia, resta saber como se conciliará isso com a democracia.’

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Dormir descansado

5 Dez

APRE 12

“Consegue dormir descansado, sr. deputado da maioria, depois de ter levantado o braço para aprovar a lei do Orçamento de Estado (OE) para 2013? Não sentiu o braço pesado? E a sua consciência, não lhe pesou? É que a mim pesam e muito as medidas que os senhores acabaram de aprovar claramente discriminatórias dos “cidadãos” aposentados, pensionistas e reformados, grupo em que me incluo, em grosseira colisão do OE com o princípio da igualdade, da confiança e da boa-fé.

No círculo familiar próximo do sr. deputado, não há “idosos” pertencentes à classe média, aquela que V. Exas. querem exterminar? Ou são todos da classe alta?

 Não vos disseram que, a partir das medidas que os senhores aprovaram, os vossos familiares também estão a ser roubados, relativamente ao compromisso assumido pela Segurança Social e pela Caixa Geral de Aposentações, no momento em que se reformaram?

 Não foram estes 270 000, que os senhores consideram “privilegiados” que contribuíram para a economia, cultura e bem social deste país? E que dizer dos restantes, que perfazem os dois milhões e 600 000 que, já agora, vivem abaixo do “limiar da pobreza”, tendo há muito ultrapassado este limiar para um nível negativo?

 Não conhecem os senhores deputados da maioria que muitos destes cidadãos viveram toda a vida honestamente, descontaram o que o Estado exigiu para que tivessem direito a uma pensão de reforma calculada com base no valor desses descontos e, agora, os senhores aprovam a redução dos escalões do IRS colocando pessoas com ordenados de 600 euros a fazer descontos de 14,50 por cento para o IRS? E aumentam brutalmente os descontos para este imposto das pessoas que já não usufruem rendimentos do trabalho? Não conhecem o agravamento que a sobretaxa de 3,50 por cento aplicada aos aposentados, pensionistas e reformados vem trazer às pensões de reforma deste grupo social?

 Tiveram a coragem de aprovar uma contribuição extraordinária de “solidariedade” para vencimentos superiores a 1 350 euros, sabendo que isso é um imposto encapotado? Sabem que os aposentados, pensionistas e reformados, assumiram compromissos que seriamente vinham cumprindo e que as medidas que os senhores aprovaram vão pôr em causa esse cumprimento? Querem ver os reformados a viver debaixo das pontes, depois de entregarem as casas por não cumprimento do seu contrato com os bancos? Querem ver os reformados a ter que ficar sem água, luz e gás devido às medidas agora aprovadas? Querem ver os reformados a “vasculhar” nos caixotes do lixo para recolher restos de comida? Os senhores sabem que muitos reformados ainda têm pais a seu cargo, filhos desempregados e netos para apoiar? Os senhores estão a ser coniventes com as medidas que o Sistema de Saúde está a preconizar para os “não utilitários”, prestando a estes só os serviços mínimos e acredito que sejam dos que pensam “que os nossos velhos já estão mortos e que, no fim de contas, estamos todos mal enterrados…”, como diz Joaquim Letria.

 Eu, se estivesse na situação dos senhores deputados, já não conseguia dormir com tanto peso na consciência e dor no braço que se levantou para apoiar estas medidas. É que eu já não consigo dormir a fazer contas ao que está para vir, mais ainda o que, fria e cruelmente, o sr. primeiro-ministro anunciou na entrevista que deu à TVI, relativamente às pensões de reforma, e dói-me, não o braço, apesar de me apetecer dar muitos murros… na mesa, mas a alma, esta coisa que parece faltar a quem nos (des)governa e aos senhores que votaram este orçamento que irá empobrecer o país.

 Já agora, uma palavra para os senhores deputados do Partido Socialista: Se existe a convicção que uma determinada lei, e ainda mais a lei do Orçamento, viola a lei fundamental, é obrigação dos deputados pedir a verificação dessa constitucionalidade. Assim garantem que não vivemos numa república onde a lei constitucional é um mero adereço e a oposição uma mera sala de espera para o governo seguinte.”

 Maria do Rosário Gama no Campeão das Províncias

(*) Coordenadora da pró-associação APRE! – Aposentados, Pensionista e Reformados

As propostas para a crise de D. Rosário de Bragança

4 Dez

“…O Imposto sobre o trabalho é uma aberração, se alguém se esforça e tem brio no trabalho, não deve ser castigado por isso pagando mais imposto que alguém que não faz nada pelo contrário deve haver incentivos a estas pessoas pois são os dinamizadores da sociedade, da economia os geradores de emprego.(…)” D. Rosário de Bragança no fórum da Casa Real Portuguesa
Para quem não sabe quem é D. Rosário de Bragança pode ler o livro D. Rosário de Bragança, um Rei,um Povo, a Vontade de Vencer.
Na crise, como nas dificuldades, que nunca nos falte imaginação …

Pedro Marques e as medidas do Governo

9 Out

É preciso não ter vergonha

11 Set

O Governo, rápido em encontrar justificações mas lento em descobrir soluções, resolveu distribuir pelos ministérios um argumentário para defender a austeridade, segundo o diário Publico.
Esse argumentário , de 4 folhas A4, contem as linhas orientadoras para justificar o aumento das contribuições para os trabalhadores da TSU.
Uma pérola do despudor! Então reza assim o dito documento :”as contribuições dos TRABALHADORES SOBEM, mas as contribuições das EMPRESAS DESCEM. Como um todo, a economia não fica mais sobrecarregada com impostos/contribuições. Isso é que é importante salvaguardar “.
É preciso dizer algo mais ?
Não temos primeiro-ministro mas um habilidoso…
Tão habilidoso que estou crente que hoje o Ministro das Finanças vai fazer o discurso do bem ( feito) e , preparando nova ofensiva (IVA, património ?) fiscal divulgará o reconhecimento da Troika do nosso empobrecimento e a sua condescendência com o défice.
Dizia eu há alguns meses que numa altura como a que vivíamos e com a necessidade de fazer negociações com os nossos credores seria importante ter um primeiro-ministro.
Infelizmente não temos…

Curiosas coincidências

4 Set

Paulo Portas ficou desagradado com a situação da RTP e recusou a ideia de imposto especial sobre os subsidios no público e no privado, depois de um ano de sossegada convivência com o parceiro da coligação; Mas quando a vida corre mal, tudo ajuda. Agora, uns bons anos depois do inicio da investigação, a imprensa traz à luz que Portas foi escutado no negócio dos submarinos descobrindo-se que só falava do assunto pessoalmente e pelo telefone fixo.

Mas diz o povo e tem razão que o mal de uns é a alegria de outros. Ficamos a saber que não houve acordo para um projecto comum da revisão da lei eleitoral autárquica e , por isso, as proximas eleições autárquicas serão reguladas pela lei em vigor.

É caso para concluir: com tantos problemas há assuntos bem mais importantes a resolver entre os dois.

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Conversa sobre o que nos dá na real gana…

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O de sempre, só que de novo.

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A OPINIÃO (QUASE) CERTEIRA

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