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Porque não nos revoltamos…

17 Nov

Censura con silencio de la TV, Prensa y Política sobre los 3.158 suicidios ciudadanos por la crisis causada por los errores, estafas o lucrarse de ello por políticos y banqueros, con mas de120 suicidios solo por desahucios. Los suicidios ya supera las muertes por trafico. Recordamos: Grecia 720 desahucios al año, España 512 desahucios al día.

La crueldad e insensibilidad de los políticos en torno al drama dela pobreza y el paro ha convertido a España en la vergüenza del mundo, sin que los poderes públicos se aperciban de la gravedad de la catástrofe para quienes la sufren. Este cataclismo ha obligado al movimiento 15-M a abrir una página en Wikipediapara intentar cuantificar el número de suicidios en España relacionados con la crisis, cifra que va a aumentando cada mes. No están incluidas las tentativas como la del joven Leandro en Málaga, lo que incrementaría notablemente la cifra. (…)
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E a explicação psicológica para o desespero aprendido…

Contra a tramóia da direita

9 Jul

‘ É notório que a direita brasileira especialmente aquela articulação de forças que sempre ocupou o poder de Estado e o tratou como propriedade privada (patrimonialismo), apoiada pela midia privada e familiar, estão se aproveitando das manifestações massivas nas ruas para manipular esta energia a seu favor. A estratégia e fazer sangrar mais e mais a Presidenta Dilma e desmoralizar o PT e assim criar uma atmosfera que lhes permite voltar ao lugar que por via democrática perderam. ………………………………………………………. Inteligentemente sugeriu o analista politico Jeferson Miolo em Carta Maior (07/7/2013):”Há uma grave urgência política no ar. A disputa real que se trava nesse momento é pelo destino da sétima economia mundial e pelo direcionamento de suas fantásticas riquezas para a orgia financeira neoliberal. Os atores da direita estão bem posicionados institucionalmente e politicamente…A possibilidade de reversão das tendências está nas ruas, se soubermos canalizar sua enorme energia mobilizadora. Por que não instalar em todas as cidades do país aulas públicas, espaços de deliberação pública e de participação direta para construir com o povo propostas sobre a realidade nacional, o plebiscito, o sistema político, a taxação das grandes fortunas e do capital, a progressividade tributária, a pluralidade dos meios de comunicação, aborto, união homoafetiva, sustentabilidade social, ambiental e cultural, reforma urbana, reforma republicana do Estado e tantas outras demandas históricas do povo brasileiro, para assim apoiar e influir nas políticas do governo Dilma”? (…) ‘
Para ler aqui

Seguro quer pôr fim à crise política

3 Jul

O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que “é urgente pôr um fim” à “crise política” provocada pela demissão de Paulo Portas, que “deita fora os pesados sacrifícios que os portugueses têm vindo a fazer”.
“Quero dizer uma vez mais que reprovo, como todos os portugueses com certeza me acompanham, a atitude profundamente irresponsável do primeiro-ministro e do Governo, que deita fora os pesados sacrifícios que os portugueses têm vindo a fazer”, disse o líder socialista.
António José Seguro falava no final de uma audiência com o Presidente da República, no Palácio de Belém.
“Só num dia, as empresas portuguesas cotadas em bolsa perderam 2,6 mil milhões de euros, os juros voltaram a subir, ninguém compreende estas atitudes e este desmoronamento do Governo”, criticou o socialista.
Seguro, que referiu ter tido uma reunião “extremamente positiva” com Cavaco Silva, defendeu que “é preciso dar uma palavra de confiança e esperança aos portugueses” e “é urgente parar com esta irresponsabilidade e por um fim a esta crise política”.
“Transmiti ao senhor Presidente da República a minha posição e a do PS, consideramos que o país tem de ser dotado rapidamente de um Governo forte, coeso, coerente, que faça com que os sacrifícios tenham sentido, que recupere a credibilidade externa perdida e, acima de tudo, assuma o compromisso a que o Estado português está vinculado”,disse.
O secretário-geral do PS disse que não divulga “o que se passa nas reuniões com o senhor Presidente da República” e vincou que a sua responsabilidade é “apresentar soluções”.
Questionado pelos jornalistas sobre os contactos nacionais e internacionais que tem mantido, António José Seguro confirmou ter falado com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e com o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schulz, e adiantou que estas conversações vão “continuar nos próximos dias”.
ATF // PGF

Uma crise patética

3 Jul

João Marcelino no DN:
Há momentos em que a realidade supera a pior das expectativas. Esta crise política, que vai inevitavelmente conduzir à queda do Governo nos próximos dias, é um desses lamentáveis momentos. Em menos de 24 horas, desertaram os dois ministros de Estado. Foi nomeada para a pasta das Finanças uma pessoa que está no centro de uma polémica discussão pública e parlamentar e que tomou posse num ambiente digno de um funeral. O líder do CDS ensaiou uma saída de cena que não contemplava a obrigação de explicar qual a posição futura do seu partido na coligação. E, a cereja em cima do bolo, o primeiro-ministro prosseguiu esta peça teatral de baixo nível fazendo um discurso caricato em que se nega a aceitar a realidade – e por isso não pediu até ao Presidente da República a exoneração de Paulo Portas (que foi apresentada como “irrevogável” em carta pública). Estamos perante um dos mais caricatos episódios da política portuguesa desde que a Democracia se instalou em Portugal, em 1974. Absolutamente patético! É óbvio que esta crise vai acabar em eleições a muito curto prazo. Passos Coelho, que hoje vai a Berlim à espera que seja o CDS a explicitar o fim do Governo, está apenas a jogar com Paulo Portas uma incrível partida de xadrez que desmente o sentido de responsabilidade tantas vezes reclamado pelo Governo. Ambos querem empurrar para o outro o ónus de terem frustrado as expectativas do País. Apenas isso. Lamentavelmente, só isso. E, entretanto, os mercados vão fazendo as leituras devidas. Passos Coelho e Paulo Portas podem querer continuar a reclamar terem ganho a batalha da credibilidade externa do País. Mas aprestam-se para deixarem os juros da dívida pública nacional de novo bem acima dos 7%, acompanhada de um exército de desempregados, um défice ainda descontrolado, um endividamento crescente, uma espiral recessiva instalada, centrais sindicais na rua e confederações patronais unidas na recusa deste caminho para a economia. Esta é a realidade – e ela desmente o discurso do primeiro-ministro, que tem da ação do seu Governo uma perspetiva delirante. É obvio que esta crise é má para Portugal. Mas sendo Passos Coelho e Paulo Portas os únicos responsáveis pelo que se está a passar, um elementar sentido mínimo de bom senso deve aconselhá-los a saírem de cena muito rapidamente. Se lhes faltar isso, resta esperar que Cavaco Silva saiba sair do estado de hipnotismo em que entrou e acabar com a palhaçada. O pós-troika, agora, vai ter de esperar. E o País precisa de saber se tem ou não Presidente da República.

Quote

Ainda a entrevista de Teixeira dos Santos

28 Jun

Pedro Silva Pereira ao Diário Económico :

A entrevista que Teixeira dos Santos deu esta semana à TVI é um documento histórico de enorme importância. Daqui para a frente, ninguém poderá fazer a história das razões que levaram Portugal ao pedido de ajuda externa sem referir este poderoso testemunho na primeira pessoa de quem participou na construção de uma alternativa ao pedido de resgate e presenciou a formalização das garantias de apoio do BCE e dos nossos parceiros europeus ao PEC IV, entendido como solução para estancar o “efeito dominó” provocado pela crise grega. A mensagem foi clara: Portugal foi forçado a pedir ajuda externa porque, em plena crise das dívidas soberanas, as oposições à direita e à esquerda se coligaram para rejeitar um PEC que tinha obtido o apoio formal da União Europeia e do BCE.

A especulação sobre o que teria acontecido se o PEC IV tivesse sido aprovado é uma discussão estéril, que só pode conduzir a Aconclusões especulativas. Mas o testemunho de Teixeira dos Santos não veio trazer nenhuma especulação. Trouxe, isso sim, um facto histórico inquestionável, sem o qual a história estará sempre falseada. E o facto é este: havia uma alternativa ao pedido de ajuda externa e essa alternativa, rejeitada no Parlamento (ante a passividade do Presidente da República), contava com o apoio europeu. É claro, nada disto será novidade para quem ainda se lembra das palavras secas que Ângela Merkel dirigiu na altura a Passos Coelho ou da reacção dura da chanceler, em pleno Parlamento alemão, quando teve a notícia da votação ocorrida na Assembleia da República. Mas o certo é que estas banais evidências históricas são hoje recebidas como se fossem “revelações” – foi assim com Sócrates, depois com Lobo Xavier e Pacheco Pereira, é assim agora com Teixeira dos Santos. A razão é simples: ao longo dos últimos anos, foi construída uma versão deturpada da história, assente na supressão grosseira dos factos inconvenientes, para justificar o assalto ao poder pelos partidos da direita e atacar o Partido Socialista. A novidade é que essa versão falsa da história já não está sozinha em campo e está a ser contraditada pelos factos.

O momento central da entrevista, recebido com estranha impaciência pela entrevistadora, foi aquele em que Teixeira dos Santos recordou, uma a uma, as datas das sucessivas descidas do “rating” da República e dos bancos nos dias que se seguiram ao “chumbo” do PEC IV. Foi essa queda abrupta dos “ratings” que provocou a subida exponencial dos juros e que, em menos de quinze dias, deteriorou a um extremo insustentável as condições de financiamento do País. E é esse, aliás, o contexto da célebre declaração do ex-Ministro das Finanças, tantas vezes desvirtuada, de que poderia chegar-se à situação de não haver dinheiro para “pagar salários e pensões”. Ao contrário do que maldosamente se quis fazer crer, essa declaração não se referia a um pretenso esvaziamento dos cofres públicos causado por um alegado “despesismo socialista” (com o Orçamento para 2011 o País estava até a gastar bastante menos do que no ano anterior!) referia-se, sim, às consequências previsíveis do “chumbo” do PEC IV no normal financiamento da dívida pública. E, de facto, foi essa rejeição parlamentar, no dia 23 de Março de 2011, que traçou o destino de Portugal: entre o “chumbo” do PEC IV e o pedido de ajuda, a 6 de Abril, não passaram sequer quinze dias.

A entrevista de Teixeira dos Santos terá desiludido uma certa direita política e mediática: nem alimentou “fofocas” sobre questões pessoais, nem manifestou divergências sobre a justificação ou sequer sobre o momento do pedido de ajuda – pelo contrário, subscreveu a narrativa que Sócrates expôs na sua entrevista à RTP e desvalorizou, como se impunha, a relevância de, “chumbado” o PEC, o pedido de ajuda ser formulado um dia antes ou um dia depois. Não se desviou do ponto essencial: com o apoio europeu ao PEC IV, o pedido de ajuda externa podia e devia ter sido evitado. Ao fim de dois anos de austeridade “além da troika” e de uma dramática espiral recessiva, com 18% de desemprego, 127% de dívida pública e 10% de défice no primeiro trimestre deste ano, vai sendo tempo de se perceber quem é que tinha razão.

 

Acordaram o político

24 Jun
“É por isso que a democracia está em baixa, porque não havia medo e hoje há muito medo. As pessoas têm de pensar duas vezes quando têm filhos. Mas é uma coisa que pode levar a atos de violência”, adverte. Mário Soares ressalva que é uma situação que não quer que suceda. No entanto, “pode acontecer, porque o desespero é tal que aqueles que têm fome podem zangar-se”.
Numa entrevista ao PÚBLICO, o ex-Presidente da República Mário Soares critica o presidente da Comissão Europeia e diz que o Governo não liga ao país, que a democracia está em perigo e que a sociedade portuguesa tem medo. Quanto à Europa, afirma que se esperam novos rumos.
A entrevista aqui
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