Tag Archives: dinis alves

O projecto C já foi há mais de 30 anos

4 Fev

O artigo de Luís Parreirão, nas Beiras , fez-me pensar como o tempo passa .

Do baú e do blog da AAC- Projecto C aqui ficam alguns desses momentos do passado académico, com a grata recordação de ter integrado os corpos gerentes da AAC que fez regressar a Académica de Coimbra e de ter feito parte dessas equipas de dirigentes criadas a partir de uma ideia de Dinis Alves, nos anos 80 do século passado.

Lista C , vencedora corpos gerentes da AAC- 1984

Lista C , vencedora corpos gerentes da AAC- 1984

suplentes

Protocolo de integração do Clube Académico de Coimbra na Associação Académica de Coimbra

Protocolo da integração do Clube Academico de Coimbra na Associacao Academica de Coimbra, assinado no mandato de Ricardo Roque. Em 27 Março de 1984

Protocolo assinado no mandato de Ricardo Roque. Em 27 Março de 1984

Assinatura de Ricardo Roque e Eng Jorge Anjinho

Assinatura de Ricardo Roque, Presidente AAC e Eng Jorge Anjinho, Presidente do Clube Académico de Coimbra

 

EXPRESSO

Lista candidata a FDUC

Lista candidata a FDUC

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O projecto C já foi há mais de 30 anos

4 Fev

O artigo de Luís Parreirão, nas Beiras , fez-me pensar como o tempo passa .

Do baú e do blog da AAC- Projecto C aqui ficam alguns desses momentos do passado académico, com a grata recordação de ter integrado os corpos gerentes da AAC que fez regressar a Académica de Coimbra e de ter feito parte dessas equipas de dirigentes criadas a partir de uma ideia de Dinis Alves, nos anos 80 do século passado.

Lista C , vencedora corpos gerentes da AAC- 1984

Lista C , vencedora corpos gerentes da AAC- 1984

suplentes

Protocolo de integração do Clube Académico de Coimbra na Associação Académica de Coimbra

Protocolo da integração do Clube Academico de Coimbra na Associacao Academica de Coimbra, assinado no mandato de Ricardo Roque. Em 27 Março de 1984

Protocolo assinado no mandato de Ricardo Roque. Em 27 Março de 1984

Assinatura de Ricardo Roque e Eng Jorge Anjinho

Assinatura de Ricardo Roque, Presidente AAC e Eng Jorge Anjinho, Presidente do Clube Académico de Coimbra

 

EXPRESSO

Lista candidata a FDUC

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COMO ELES NOS ENGANAM

28 Jan

Nas televisões portuguesas pratica-se um jornalismo de guerra sem que seja preciso arriscar repórteres no campo de batalha. A guerra é suja e trava-se entre as estações de televisão.
Promovem-se os produtos da casa, com os telejornais servindo de outdoors para alavancar audiências e desmoralizar o inimigo da frequência ao lado. É publicidade travestida de notícia, com a vantagem de não contar para as quotas.

O cidadão-telespectador perde, mas perde muito mais com outras práticas, muito mais condenáveis também. Há silêncios comprometedores, verdadeiros apagões noticiosos, e há desvirtuações graves merecendo lugar de destaque no pelourinho das falhas deontológicas.

Dinis Manuel Alves passou à lupa centenas de telejornais das TV’s portuguesas, dando conta, neste livro, de autênticas campanhas de manipulação informativa. “A informação ao serviço da estação” talvez se devesse chamar “Como eles nos enganam”.
Este é o primeiro de quatro livros integrados no projecto de investigação da tese de doutoramento defendida pelo autor na Universidade de Coimbra em Abril de 2005.
Edição “Mar da Palavra”.

Apoio:
Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS)

Quem quiser saber mais sobre promoções ou ouvir (na interpretação de Dinis Alves, não do Simon and Garfunkel) silêncios, compareça dia 24 Fevereiro, pelas 18 horas, na Casa da Cultura, em Coimbra.
Verá que não se arrepende…trará um livro consigo…se o comprar

PRÉMIO VOTOS DE ANO NOVO

4 Jan

Há cem anos houve temporal assinalando o estertor de 1909. A net falhou em muitas residências, o que motivou rebelião contra o regime monárquico, desde sempre contestado por olhar com desdém para as novas tecnologias.
O Facebook e o Twitter estavam proibidos ia para meio ano, meios considerados subversivos pelo Rei. Verdade se diga que a maioria das contas pertencia aos republicanos. Foi a hashtag #buiça que levou D. Manuel II a perder a cabeça, impondo o bloqueio quase total dos acessos às redes sociais.

De fora apenas o Núcleo de Amigos do Farmville da Ameixoeira, administrado por filhos de terratenentes da região. Os subversivos terrafurriéis divertiam-se a estragar, quase todos os dias, a plantação dos meninos-bem. Uns vândalos, é o que eles eram!

Os 134.000 computadores Amélios distribuídos pelas escolas do país viriam a ser recolhidos uns meses mais tarde. Pretexto: o facto de se ter descoberto que os putos passavam mais tempo no Hi5 do que a estudar. E no Hi5 as fotos mais badaladas eram as da bailarina francesa passando férias no Buçaco. No entanto, em nenhuma das fotos ela aparecia ao lado de D. Manuel II, pelo que não se entende bem a fúria do monarca.

A “Caras”, pró-monárquica, circulava livremente. Já a “Nova Gente” fora proibida, depois daquela fotomontagem com D. Amélia e Mouzinho de Albuquerque.

Consta que a petição sugerindo que ao nome do excelso monarca se acrescentassem mais alguns distritos, dando-lhe uma maior representatividade nacional, não teve grande adesão.
Os peticionários sugeriam que a Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Saxe-Coburgo-Gota e Bragança se acrescentasse Viana do Castelo, Leiria e Portalegre.

Aos microfones do haut-parleur do Rossio, o avô de Medina Carreira profetizou borrasca da grossa para o ano nascituro, o que causou graves problemas a Mário Crespo, detentor do alvará. Crespo esteve três meses desterrado em Vila Franca de Xira.
D. Manuel II, que não acreditava nos dotes de astrólogo do economista, cismou que estava a ser escutado. Por mais que os seus conselheiros lhe dissessem “Não é verdade, já ninguém o escuta, já ninguém lhe liga!”, Sua Alteza Real mandou o seu homem de confiança denunciar o caso a um jornalista do “Thalassa”. Encontraram-se discretamente no Bénard, o jornalista prometeu que tudo seria publicado sem levantar suspeitas – “Fazemos a coisa como se ela tivesse partido de uma república das bananas!”, ao que o agente de S.A.R. respondeu “Boa, boa!”. O pombo-correio enviado para a Camacha parou na Rua dos Calafates para levar umas encomendas do DN, houve troca de encomendas, Marcelo Lino topou o furo e foi o que se sabe.

Como o neto de Medina Carreira nos tem assustado tanto com 2010, Feliz 2011.

Dinis Manuel Alves
www.mediatico.com.pt

RABO DE TUFÃO ?

7 Dez


Foto Dinis Alves

JÁ LI COISAS PIORES

7 Dez

Dinis Manuel Alves, rsponsvel pl licnciatr em Kmunikçao Scial d Institt Miguel Torga, d Cbr

xmaram-lh Tecla 3? Tem td a rzao p fkar xtead. Ninguem gst d ser trtado d atrsdo mntal. S ta c a snsçao d q lh ta a xkpar qlqr coisa, de, pf, 1 xpreitdl ao seu tel, q n serv apns p recbr e fzr xmads. DEF, as iniciais d deficnt, sao as letrs d tecla 3.
A nx lngua ta a mdar a 1 vlcidd vrtiginosa e o nv akrdo ortgrafk ta incnte. O klpdo dst rvolçao e o tel, + knkrtmnt as SMS, plavr hrmfrodt –  a maior part ds pssoas atribui lh o sex fem (q vai bxcar a msg), ms o masc sria o + krect pq e a abrvtur d Srviç d Msgs Xcrits.
“A lei d – sforç e 1 mtor essncial d evlçao d lngua”, reknhec Dinis Manuel Alves, flh d 1 guindsteir d port d Lobito, ond nsceu ha 51 ans, e q agr e rspnsvel pl licnciatr em Kmunikçao Scial d Institt Miguel Torga, d Cbr.
A bem dzr, n e o rspnsvel pl licnciatr, pq as SMS e o Msn n são os unks agnts d mdanç d lngua. O “correctês” tb dá 1 ajda ao intrdzir nvs xpressoes: o 1º ciclo e a antig licnciatr mnguad pr Bolonha, o 2º ciclo rspondia pr mstrad e as kdeiras dao agr pl nom d “unidds krriklars” – dsignçao bem + xtensa e pmposa, a dmnstrar q os pdrinhs d plitikmnt krrect n acrtram a hora pl tmp d simplifikçao .

A ideia d trdzir Torga p lnguagm SMS tem n origem um incnte desbaf, prdzid numa aula pr Dinis, q e sr d 1 curriculum tao trepidnt e zigzagnte km se antevê tnham d ser tds nst frnétik e prigos séc XXI: fz Direit, foi dputad eleit pl PS, licnciou-s em Jrnalism e vagbndeou pl rádio (TSF), tv (TVI) e jrnais (Grande Reportagem, Tal & Qual, Jornal de Coimbra e Expresso), até deitr âncora n Univrsidd, doutrndo-s em Kmunikçao Social e fixnd-s km prof e invstigdor.
“A lngua nunk e 1 qstão fexad. Ms tems d ter norms p nos entendrms”, diz Dinis, em jeit d preâmbulo ao desbfo d quem, km el, n ax graç ao dsleixo em curs n xcrit q n é propriedd privd ds alns –  a cnfusão entr o s e o ç lvou Vara a xcrever “suspenção” e um jvem prof a dirigir-s, por xcrito, ao “Cncelh Científico”.

O baralhanço entr o verbo estar e ter – “eu tiv em Lndrs” –  foi a mãe do desabafo: “Quem dá assim errs evia, d cstigo, tradzir p lnguagem SMS um diário inteiro d Torga!”.

2 alunas engrçaram k a ideia, puseram o dd n ar e iniciaram a empritda d tradção d 27.882 palavras (114.796 caracteres) d Diário XII de Torga, q viria a sr completd por 2 miúdas d 10º ano, 1 ds quais e a Mariana, a querida q qr sr bailarina e adaptou ist a  msg de tlm.

Intrgvel, a plvra q Dinis arrnjou p carctrizar o resltdo final dest trablh, n s adequa, d mneira nnhuma ao mgnífico ntrecost, akmpnhdo por 1 arrzinho de fjão mlandro, q deitámos abaixo num rstaurante q estava cheio como um ovo – sáb e dia ds famílias irem almoçar fora.

O Diário XII fikou intragável em lnguagem SMS por q foi escrit num tmp em k’os pnteiros d relógio andavam + devagar e as professoras n eram tratadas por stôras. Tb seria intragável a visão d um Cavaco d brinco na orelha, calções à guna abaixo ds joelhos, All Stars roxas e k o nome Maria, em caracteres chineses (arranjados pelo Fernando Lima), tatuados n antbraç.

Mas, km ns avisou o Dylan, os tmps tao a mudar. 1 500 SMS pr semana sabem a pouco a 1 maioria d adlscntes qpreferem mandar mgs aos amigos d q tar a falar c eles d viva voz. Impregnada d oralidade, simplificada, enriquecida com smileys que snalizm o estd d spírit, a lnguagm usd n Twitter e SMS veio p ficar. O oprdor ing dot.mobile tradziu p lnguagm SMS as principais obras d litratur britnica.

“A sferografik Bic foi trokd pl tekld.N tard mt a ser prcis dar auls d kligrfia aos adolscnts” knkluiu Dinis, q fiko trist  😦 rsignd qnd soub q, n finl d 1 laut almç, tnh d emprrar o meu carro q fikra s btria. So fiko fliz 🙂  qnd m viu pls kstas 😉

Não percebeu nada ? Nem eu ! Mas temos, aqui a tradução.
Se quiser saber mais ( incluindo local e ementa do jantar) pode seguir a BUSSOLA .

 

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