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Fernando Valle, Uma vida com sentido

27 Out

Na Fundação Mário Soares, António Campos fala sobre Fernando Valle

Na Fundação Mário Soares, António Campos fala sobre Fernando Valle

Vista parcial do auditorio

Vista parcial do auditorio


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A verdade é dura como um diamante

7 Jun
Público, 7.06.13

Público, 7.06.13 – clique na imagem

Obviamente, Dr. Mário Soares

4 Jun

 Mário  Soares ao Diário de Notícias :

A política e os Partidos

Por múltiplas razões, que um dia terão de ser analisadas a sério, a política, os políticos e os partidos, independentemente das diferenças, entre eles, não merecem do Povo boa reputação. Em grande parte porque os políticos se misturaram com os negócios e em alguns casos utilizaram a política para subir na vida e os partidos, sobretudo os do arco do poder, para lá chegar, fizeram o mesmo.

O patriotismo e o verdadeiro amor à Pátria, desapareceram entre boa parte dos militantes dos partidos, sobretudo entre os do chamado arco do poder com, felizmente, bastante exceções. Mas não são as exceções que contam para o Povo. São os casos óbvios da mistura entre políticos e negociantes, que são conhecidos, alguns até chegaram a ser arguidos mas não obstante ficaram impunes, porque a nossa Justiça se tornou não só lenta, como em alguns casos – bem conhecidos – fez vista grossa…

Conclusão: é necessário que os partidos mudem, se transformem, modernizem e que os seus dirigentes e militantes não caiam na tentação de ganhar dinheiro, por via dos negócios fáceis e ilícitos. Por seu lado, a Justiça tem de ser rápida – sobretudo nos processos em que os negócios se confundem com as políticas – e os magistrados e membros do Ministério Público percam a tentação de se exibir nos órgãos de comunicação social, porque então aí perdem, ao contrário do que alguns julgam, o prestígio e o respeito que lhes são devidos.

É claro que num regime pluripartidário, como o nosso, é difícil que os partidos sejam isentos da banca e dos negócios. Mas no estado a que os partidos chegaram, sobretudo os do arco do poder, repito, é necessário que o façam para reganhar o prestígio perdido, pelo Povo e pela gente honrada, que há ainda – e muita – felizmente.

Para tanto é preciso que os partidos – sobretudo os seus dirigentes sejam impolutos, como ainda há muitos, felizmente. A política é uma atividade muito nobre e importante que tem de ser prestigiada pelos cidadãos, para ser eficaz. Mas para isso tem de ser reconhecida como tal e estar ao serviço do Povo. No entanto, com o atual Governo, é impossível. Há que mudar rapidamente – não só em Portugal, mas em toda a Zona Euro – como tenho a esperança que aconteça. Por isso, me permito escrever estas linhas, com toda a isenção.

Cumpra-se Abril

25 Abr

20130425-220828.jpg Com Teresa Coimbra, ex-deputada do PS

Quando se aproxima o momento de comemorar Abril, recordamos o que vivemos e sonhamos nessa madrugada do dia 25, há 39 anos. Voltamos a falar de liberdade, de igualdade e fraternidade. Enchemos o peito e gritamos a defesa das conquistas desse dia e juramos fidelidade ao estado social.

Mas quando nos afastamos desse dia no calendário, voltamos a relativizar tudo o que achamos importante neste percurso anual. Não devíamos, porque se foi fácil para a maioria dos portugueses acordar em liberdade e sonhar com uma sociedade mais igual, para os militares que estiveram na conceção e execução dessa Revolução dos Cravos foi muito difícil.

E o facilitismo é que nos têm destruído. Tem sido assim na política autárquica e nacional. E também na vida dos partidos. E essa facilidade com que se encara essa nobre função que deveria ser o exercício da atividade política tem gerado o seu empobrecimento, a sua descredibilização e um desencanto que a tem corroído e destruído.

Se neste momento pudéssemos ( como se tal fosse possível) reinventar Abril, teríamos que recuperar a dignidade da política e do seu exercício. Não “meter debaixo do tapete” os problemas mas assumirmos colectivamente uma intrínseca vontade de os resolver. Mudar os comportamentos, assumir compromissos em vez das demagogias eleitoralistas de cada momento, ser sério no público servir, reorganizar os partidos como estruturas onde se afirmam projetos de sociedade, e pensar o bem comum como instrumento de satisfação do bem individual, e não o seu contrário.

Seria impossível ainda assim recriar aquela manhã de Abril, mas já seria uma trova do vento que passa. Porque desejamos um Abril sempre. Em Maio ou em Novembro também pode ser. Pode ser sempre que um homem quiser. Por todos aqueles que sempre acreditaram nesse dia. Não foi fácil…e nós andamos a facilitar.

A judicialização da política

26 Mar
Público, 25.03.13

Público, 25.03.13

A tradição

13 Mar

” (…) Recorde-se que o PSD apostou no empresário Carlos Cordeiro, que integrou a lista candidata de João Gouveia à Câmara Municipal (em sétimo lugar) e o elenco proposta por Mário Jorge Nunes para a Concelhia do PS (suplente).

O nosso jornal apurou que Carlos Cordeiro enviou, recentemente, uma carta à direcção do PS a desvincular-se do partido. ” no Notícias do Centro

Esta noticia de Soure, recordou-me uma conversa que tive há alguns anos em Bødo, na Noruega, com um residente que me contava da irrelevancia do ciúme nas relações amorosas dos noruegueses. Com uma densidade populacional tão baixa naquela região do norte da Europa as
relações sentimentais desenvolviam-se com total abertura às variações que as paixões de cada momento se criavam, pelo que não surpreendiam as alterações que se sucediam.
Em Soure não surpreende a volatilidade das convicções ideológicas em função das paixões do momento, dando continuidade à sua tradição

O negócio da água

12 Mar
Financiamento Internacional

oportunidades e recursos

Praça do Bocage

Conversa sobre o que nos dá na real gana…

almôndega

narrativas, cebolas e molho vermelho

Recordar, Repetir e Elaborar

O de sempre, só que de novo.

Pra Fora

Depositário do que eu vejo por aí

O Informador

Jornalismo, média, actualidade nacional e internacional

Palavras ao Poste

A OPINIÃO (QUASE) CERTEIRA

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