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Convite

25 Set

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LEITURAS

16 Mar

Have breakfast with Socrates, go to work with Nietzsche, head to the gym with Foucault, then have sex with Ovid (or Simone de Beauvoir).Former Oxford Philosophy Fellow Robert Rowland Smith whisks you through an ordinary day with history’s most extraordinary thinkers, explaining what they might have to say about your routine.

CAVALO BRANCO

23 Fev

Galopa no amanhecer
Por que ninguém o vê ?

Corre no silêncio
Por que ninguém o ouve ?

Tem crinas ou é a coroa
Da Nova Dinastia ?

EDUARDO AROSO, A QUINTA NAU, ed. Gresfoz

CONVITE

22 Fev

“CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO EM CABO VERDE”, de Vitor Barros.
No dia 24, Quarta-feira, 18 horas, Livraria Bertrand-Dolce Vita, em Coimbra.

AUGUSTO CURY E NÃO FERNANDO PESSOA

8 Fev

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um ‘não’.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Este texto vai circulando pelos mails e pode ser encontrado em vários blogs. Sempre, ou quase sempre, referenciando o nome de Fernando Pessoa. Tal não corresponde à verdade. É uma compilação de várias frases dispostas no final do livro “Dez leis para ser feliz”, da Editora Sextante,ano 2003, de Augusto Cury..
Mais informação aqui

SOZINHO NA LISTA DE BESTSELLERS DO NEW YORK TIMES

8 Dez

foto de Ana Grichetchkine

A SOLIDÃO DE ESTAR NA LISTA DE BESTSELLERS DO NEW YORK TIMES

Não acredita em escolas de escrita e acha que não é preciso ter um canudo para alcançar o sucesso. Chama-se Luís Miguel Rocha, tem 33 anos e é o único escritor português na lista dos mais vendidos do New York Times. Uma proeza que conseguiu duas vezes seguidas. Primeiro com “The Last Pope”, depois com “The Holly Bulet.”

ANA GRICHETCHKINE: O “ÚLTIMO PAPA” TORNOU-SE NUM ÊXITO DE VENDAS NOS E.U.A. 4 MESES APÓS A SUA PUBLICAÇÃO, COLOCANDO PELA PRIMEIRA VEZ UM AUTOR PORTUGUÊS NA LISTA DE BESTSELLERS DO NEW YORK TIMES. COMO SE EXPLICA ESTE FENÓMENO?

LUÍS MIGUEL ROCHA: Os meus livros estão publicados em mais de 20 países. São bestsellers tanto nos EUA, como em Espanha, como na Rússia… Os leitores querem saber sempre mais, a temática interessa-lhes. O que importa num livro é o tema e a narrativa. Se estes tiverem qualidade, a língua é apenas um detalhe…                                                                                                                                                                                                 

ANA G. : A TEMÁTICA É SEMPRE O VATICANO…

LMR: Em “O Último Papa” o tema é o assassinato de João Paulo I. No “Bala Santa” o tema é a tentativa de assassinato de João Paulo II, em 1981. Ambos fazem parte de uma série. Neste momento estou a acabar o próximo livro da série. A Putman, que é a minha editora nos E.U.A., tem uma série de Daniel Silva que já vai em 11 livros. O meu objectivo é chegar lá.

ANA G. : MAS O DANIEL SILVA NÃO ESCREVE SOBRE A IGREJA…

LMR: Não. O Daniel Silva, como eu costumo dizer, tem a franchise Judaica e eu a católica. Somos colegas de editora. Até 2013 tenho de escrever mais 4 (um por ano) livros desta série.

ANA G.: ATÉ À SAÍDA DE “O ÚLTIMO PAPA” EM 2006, ERAS UM PERFEITO DESCONHECIDO, EMBORA TIVESSES PUBLICADO UM ROMANCE EM PORTUGAL ANOS ANTES…

LMR: Sim. Chama-se “Um País Encantado” e foi publicado em 2005 pela editora Planeta. Mas este título não é meu, é do editor. O título que eu queria era “A Virgem.” É um romance histórico, que é mais a minha onda. Prefiro o romance histórico ao thriller, mas tanto “O Último Papa” como o “Bala Santa” são thrillers. Reeditei “A Virgem” este ano numa edição própria como havia imaginado.

ANA G.: TENTASTE NEGOCIAR COM A EDITORA PLANETA A PUBLICAÇÃO DE “O ÚLTIMO PAPA?

LMR: Não. Nunca me pagaram um tostão, por que haveria de voltar a contactá-los?

ANA G.: ACHAS QUE “O ÚLTIMO PAPA” REVELOU ALGO QUE JÁ NÃO SE SOUBESSE SOBRE O ASSASSINATO DE JOÃO PAULO I?

LMR: Sim, caso contrário não o escreveria. Em Itália, os jornalistas que investigavam o caso há mais de 20 anos trataram o livro com muito respeito e consideram-no inclusive um livro-verdade.

ANA G.: ENTÃO QUEM LER O TEU LIVRO FICARÁ FINALMENTE A SABER COMO MORREU O PAPA JOÃO PAULO I?

LMR: Sim. Antes deste livro ninguém tinha dito por que e como morreu o Papa.

…………………………………CONTINUA AQUI……………………………………………………

Esta é uma entrevista, que pode continuar a ler AQUI, de Ana Grichetchkine a Luís Miguel Rocha, autor dos livros de “Last Pope ” e “The Holy Bulet” do qual já falei aqui.
Apesar da extensão da entrevista, ressalta a importância de dar a conhecer um Português que se vem afirmando no circuito literário americano e a autorização da Ana Grichetchkine para a sua publicação, a quem aqui publicamente agradeço.
Um escritor a seguir.

PORTUGUÊS NO TOP NEW YORK TIMES

6 Dez

Sinopse
Cidade do Vaticano, 29 de setembro de 1978: o mundo acorda para a notícia chocante que Papa João Paulo I está morto, apenas um mês após sua eleição.
Trinta anos depois, em Londres, a jovem jornalista Sarah Monteiro recebe um pacote misterioso. Contém uma lista de nomes e uma mensagem codificada.
Momentos depois, um assassino tenta silenciá-la para sempre. Parece que Sarah é a chave para desvendar um segredo mortal – uma trama que implica mercenários e políticos corruptos, e que atinge o Vaticano. Sarah não tem escolha a não ser fugir, envolvendo-se num jogo cruel do gato e do rato. Ela não pode confiar em ninguém, especialmente quando o nome de seu pai aparece na lista de acusação.
em PENGUIN BOOKS

Um escritor português, Luís Miguel Rocha , nascido no Porto em 1976, consagrou-se ao ver a sua obra constar da lista de best-sellers do New York Times. Luís Miguel Rocha, único Português a contar daquela lista, vem afirmando o seu nome no mundo literário internacional e consegue atingir o sucesso num mercado tão competitivo como o norte americano com a sua 2.ª obra.
Contudo, a nossa imprensa ( com a assinalável excepção do diário i) tem votado ao esquecimento o sucesso de Luis Miguel Rocha, o que não deixa de ser lamentável. Muito mais quando as nossas televisões dedicam largo período dos seus blocos informativos a pequenas intrigas, a coscuvelhices e a notícias de interesse duvidoso.
Façam o favor de ouvir o Luís Miguel e deixem-nos tentar perceber como conseguiu atingir o êxito nos States.
E já agora, contem o sucesso de 4 jovens portugueses na investigação, vencendo o PRÉMIO PFIZER 2009 na investigação sobre o cancro, sendo que um deles é filho da Lidia Franco !