Tag Archives: Vitor Batista

DEIXA VER SE PERCEBO..

25 Mar

Deixa ver se eu percebi:
António Paredes está magoado com Ataíde porque Vitor Batista não o escolheu para candidato à presidência da Câmara Municipal da Figueira da Foz ? é isso ?!
ou
Os militantes do PS da Figueira da Foz devem estar calados, porque quem sabe o que eles querem é o Presidente da Federação, que até lhes escolheu um candidato que ganhou a Câmara ? é isso ?!

E eu que sempre acreditei que nestas autárquicas as escolhas tinham sido da responsabilidade das concelhias e que o discurso de defesa da unidade do Ps e do trabalho dos autarcas socialistas também se aplicava ao Presidente da Federação…
Acredito em cada coisa…!!

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CONTA-ME TUDO…

11 Mar

O deputado do PS, Vítor Baptista avançou à Antena 1 que o actual modelo da Segurança Social não serve, e que só está à espera que passe o tempo da discussão do Orçamento de Estado e do Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) para apresentar uma série de alterações ao modelo actual. As mudança são sobretudo ao nível da idade da reforma, explica o jornalista Fausto Coutinho.
Clique aqui para ouvir a entrevista

A COERÊNCIA TEM CURTO PRAZO DE VALIDADE

11 Mar

A 22 de Outubro de 2008, 4 dias antes do acto eleitoral para a Distrital de Coimbra:

No PS de Coimbra: horizontes fechados
Luís Marinho e Rui Namorado*

A Federação de Coimbra do PS percorreu uma trajectória descendente, no decurso dos mandatos de Victor Baptista, na linha do que já prevíamos aquando da Campanha para as eleições internas, de há dois anos atrás. Tal se manifesta na perda do PS como força socialmente relevante e activa na cidade e no distrito, bem como no recuo da influência política junto do poder central, mesmo (e principalmente) quando se está perante um governo nosso. Nenhum militante da Federação de Coimbra faz parte do actual governo. Nenhum deputado do distrito de Coimbra pertence à direcção do grupo parlamentar e é voz corrente que a direcção nacional do partido e o governo ouvem mais facilmente algumas figuras públicas locais, não filiadas no PS, do que os responsáveis distritais do Partido. Mesmo nas lideranças de órgãos regionais de nomeação política, é escassa a presença de quadros oriundos do nosso distrito. No plano autárquico, o PS tem visto a sua influência reduzir-se, permanecendo longe das presidências das câmaras de Coimbra, Figueira, Cantanhede, Oliveira de Hospital e Montemor, municípios de referência que, num ou noutro momento, já tiveram presidentes socialistas.

Nas eleições anteriores Victor Baptista defrontou e venceu uma alternativa clara, liderada pelo Luís Marinho, que lhe opunha caminhos nitidamente diferentes, apontando para modos de funcionamento do Partido radicalmente distintos.
Uma parte dos socialistas que se envolveram nessa alternativa estava disposta a apoiar, uma vez mais, uma candidatura de clara oposição, que actualizasse e radicalizasse a sua contraposição, em face do que tem sido o situacionismo na Federação de Coimbra nos últimos anos. Entendiam que só assim se protegeria a perenidade de uma identificação com a base eleitoral do Partido, fazendo-a compreender com clareza que no PS havia, pelo menos, um sector que, reiteradamente, se demarcava sem ambiguidades da neblina reinante.
No entanto, dentro dos apoiantes do actual Presidente e da sua maioria política, cavou-se uma dissidência, da qual brotou a candidatura de Mário Ruivo. Podia ter sido um sinal positivo, sintoma de enfraquecimento do situacionismo, se tivesse baseado a sua afirmação numa via própria que, separando-se de Victor Baptista, assumisse com nitidez um de dois rostos: ou ser uma terceira via entre a linha seguida por Victor Baptista e a via alternativa polarizada pela candidatura de Luís Marinho; ou juntar-se a esta última. Não foi isso o que aconteceu.
A dissidência de Mário Ruivo, procurou captar, para simples séquito da sua liderança, todo o sector que, dois anos antes, tinha enfrentado Victor Baptista. E esta táctica, para além do erro de base que a inquinou, traduziu-se em episódios objectivamente hostis à continuidade da alternativa mantida por Luís Marinho, chegando longe na utilização de insinuações, mentiras e fantasiosos compromissos, retirados de um arsenal alheio à ética. Procurou, por esses meios, apropriar-se de um espaço político a que era estranha, em vez de construir uma alternativa nova, revelando assim um mimetismo fatal, relativamente aos métodos e às atitudes que imputava à liderança de Victor Baptista e que dizia querer combater.

Esse pecado original da campanha de Mário Ruivo não foi, no entanto, suficiente para impedir uma parte dos socialistas que haviam aderido, dois anos antes, à candidatura de alternativa liderada por Luís Marinho, de passarem a apoiar Mário Ruivo. E nem sequer impediu que alguns elementos do núcleo mais activo daquele projecto tivessem desertado.
Uns e outros, antes disponíveis para uma candidatura de alternativa clara, foram atraídos pela miragem (visivelmente ilusória, se for tida como certa) de um vitória fácil, ou não resistiram ao risco (que certamente julgaram maior do que aquilo que era) de uma nova derrota. Trocaram a clareza de uma verdadeira alternativa de ruptura, pela dissidência liderada por Mário Ruivo.

A perda desses apoios, mas principalmente as deserções referidas, enfraqueceram suficientemente o conjunto dos que continuaram convencidos de que só uma verdadeira alternativa podia preencher todos os objectivos políticos pretendidos, levando-os a ponderar se continuava a ser politicamente útil uma candidatura desse tipo, nas novas condições assim criadas.
A própria marcha dos acontecimentos foi tornando mais nítido que uma candidatura de ruptura não concitava, na actual conjuntura pelo menos, apoios suficientes, mesmo da parte de militantes que se haviam manifestado prévia e publicamente pela continuidade do projecto de ruptura. Sucederam-se os silêncios, os telefones surdos, as conversas do desencanto, os desejos de afastamento, os cansaços oportunos, os olhares baixos, as fugas às horas marcadas, enfim, toda uma série de expedientes de quem hesita na hora decisiva.
Por nós, estamos convencidos de que, em abstracto, para a clarificação interna e para a credibilidade externa do PS, teria sido útil uma nova candidatura liderada por Luís Marinho, que desse continuidade e aprofundasse o trabalho antes desenvolvido. Não se manifestaram suficientes apoios para esta via, por erro, pensamos, de alguns camaradas, que, tendo aderido há dois anos a um projecto politicamente coerente e sólido, se deixaram agora seduzir por ilusórios apelos conjunturais.
E é esta volatilidade, mesmo entre os mais críticos dentro da nossa Federação, que nos faz descrer da viabilidade de, no quadro limitado da Federação de Coimbra do PS, se poder abrir a porta a uma verdadeira renovação do Partido. Talvez seja mais útil agir no plano nacional, mesmo que privilegiando, num primeiro momento, a força das ideias, e deixando para mais tarde a solidez dos apoios.
São estas as razões que fazem com que nos alheemos da actual disputa, em curso na Federação de Coimbra do PS: não nos identificamos com o situacionismo vigente, mas não nos reconhecemos nesta oposição. Por isso, não apoiamos Victor Baptista, nem Mário Ruivo.
Assim, não nos esquivamos pelo silêncio de participar na vida interna do PS. Damos testemunho público do que pensamos e do que sentimos, propondo a nossa parte da verdade e sendo-lhe fiéis.
Concluímos, homenageando os socialistas que partilham a nossa posição e nos dão a honra de estar connosco nesta mesma ambição renovadora.

16 meses e alguns dias após:

SÓ OS DIAMANTES SÃO ETERNOS…

5 Mar

Campeão das Províncias, 04.03.10

DE QUE FOGE ?

26 Jan

“Vários líderes distritais do PS defendem que as eleições para as federações devem realizar-se só após presidenciais, para não se dividir ainda mais o partido num cenário de candidatura de Manuel Alegre. Renato Sampaio discorda e quer antecipar eleição do PS/Porto.
(…)
No encontro, apurou o JN, estiveram os responsáveis pelas federações da Área Urbana de Lisboa (FAUL), de Aveiro, de Bragança, de Santarém, de Beja, do Algarve, do Oeste e de Coimbra, tendo sido este último a organizar o jantar.
(…)”
No JN

Adiar…adiar…e adiar. A mesma fórmula que Presidente da Distrital de Coimbra pretende usar para não cumprir as disposições estatutárias ( orientações partidárias), ao tentar adiar por um mês as eleições para concelhias e secções, que se irão realizar no inicío de Abril em todo o País.
Por mim, não vejo qualquer inconveniente no adiamento das eleições para a federação. Não há pressa. E acho que Coimbra tem muito a ganhar, se puder utilizar a capacidade de mobilização do actual Presidente da Federação para as Presidenciais, bem como o seu entusiasmo na candidatura de Manuel Alegre. Não perderei esses momentos por nada deste mundo.
Já o adiamento das eleições para as secções e concelhias não me faz nenhum sentido. As outras federações distritais já se disponibilizaram para as realizar nas datas indicadas pela estrutura nacional.
O adiamento por um mês visa, apenas, garantir a aquisição de capacidade activa eleitoral de mais alguns militantes que em Abril não ainda não a terão.Razão pela qual, a estrutura nacional não poderá deixar de dar um sinal inequivoco de isenção e exigir a realização dos actos eleitorais nas datas por si indicadas.
Outra coisa não será de esperar…

SEM COMENTÁRIOS

20 Jan

Financiamento Internacional

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Conversa sobre o que nos dá na real gana…

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narrativas, cebolas e molho vermelho

Recordar, Repetir e Elaborar

O de sempre, só que de novo.

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A OPINIÃO (QUASE) CERTEIRA

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