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Academia dos Mais Adultos visitou o Parlamento

9 Jan
Um grupo de 50 pessoas da Academia dos Mais Adultos de S. Martinho do Bispo, Coimbra, liderado pelo Eng.º Flávio Ferreira, visitou hoje a Assembleia da República. Depois da visita guiada, onde aproveitaram para conhecer melhor a forma de funcionamento do nosso Parlamento, reuniram com representantes dos diversos grupos parlamentares.
Enquanto deputado eleito pelo PS, estive com Nuno Encarnação, do PSD, Paulo Almeida, do CDS/PP, Rita Rato, da CDU e Cecília Honório, do Bloco Esquerda,  a responder  às mais diversas questões que nos foram sendo colocadas pelos membros da Academia. Metro Mondego, participação política, reforma parlamentar e pensões foram alguns dos temas que mereceram a atenção dos participantes.
Participou ainda no debate com os Mais Adultos, o Engº Mauricio Marques, do PSD, perante uma assistência atenta e interessada, onde se encontravam ainda outros deputados eleitos pelo círculo de Coimbra.
Após o encontro, o grupo da Academia aproveitou para almoçar nas instalações do Parlamento e assistir ao plenário.
Deputados conversam com a Academia dos Mais Adultos de S. Martinho do Bispo

Deputados conversam com a Academia dos Mais Adultos de S. Martinho do Bispo

Colocando questões

Colocando questões

Uma comitiva atenta

Uma comitiva atenta

Paulo Almeida, CDS/PP, Rita Rato, CDU, Mário Ruivo, PS e Nuno Encarnação, PSD

Paulo Almeida, CDS/PP, Rita Rato, CDU, Mário Ruivo, PS e Nuno Encarnação, PSD e o Engª Flávio Ferreira

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O desafio a Paulo Portas

6 Nov

“Hoje em dia, quando estamos a pão e a água, o contrato de confiança eleitoral está em risco. Tal como em 2002, há uma linha que não pode nunca ser ultrapassada. Há que ficar do lado certo da escadaria de Odessa. A pequena atitude de hoje pode ser a grande diferença amanhã. Quem se afastar da capitulação manterá a confiança dos portugueses. O Presidente da República e o primeiro-ministro hão-de banquetear-se com Merkel, a quem Gaspar beijará a mão. Desafio Paulo Portas a mostrar ao país que não é funcionário da troika, nem precisa de prestar provas perante Merkel. Alguém tem nos representar na saída do labirinto da austeridade em que nos querem manter cativos.
Falhando este governo, a democracia pode não resistir à austeridade. Cavaco Silva, envergonhado e em depressão pela inutilidade em que se tornou, dificilmente fará alguma coisa. Não vou agora colocar todos os cenários políticos possíveis, que tanto podem ser uma ditadura tecnocrata (Manuela Ferreira Leite pode ser a escolha alemã para a representar em Portugal, pois continua a achar que a democracia dificulta a resolução de problemas complexos), como o bipartidarismo popperiano resultante de um acto eleitoral, o que deixa os políticos com pele de galinha. Sabem bem que não faltam pessoas a pensar que existem políticos e partidos a mais, tal é a aversão que a população sente em relação à classe política.
Fica-nos a esperança das palavras de Charlie Chaplin no filme O Grande Ditador: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça, da amargura dos que temem o avanço do progresso humano. O ódio há-de desaparecer, os ditadores hão-de morrer e o poder que roubaram será devolvido ao povo. Ao contrário dos homens, a liberdade nunca morrerá.””

Paulo Almeida , Lider Distrital de Coimbra do CDS/PP no diário As Beiras

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