Jornadas Parlamentares do PS

20 Jun

O secretário-geral do PS frisou hoje que, na atual conjuntura de crise económica e financeira, é também sua responsabilidade visitar e assinalar casos de empresas que ultrapassaram sérias dificuldades e estão em processo de franca recuperação.
António José Seguro falava aos jornalistas após ter visitado a fábrica da Sicasal, em Mafra, deslocação que marcou o arranque das Jornadas Parlamentares do PS, que prosseguirão até sexta-feira em Oeiras e Sintra.
A fábrica da Sicasal sofreu sérios danos em 2011, em consequência de um grave incêndio, mas, de acordo com empresários e responsáveis locais, recuperou já o anterior dinamismo produtivo e encontra-se em franca recuperação.
Foi o “exemplo” de “recuperação” da Sicasal que o líder socialista pretendeu assinalar e destacar, numa analogia com o que pretende para o país, durante uma visita de cerca de uma hora a todos os departamentos da cadeia produtiva de processamento de carne.
Acompanhado de mais de uma dezena de deputados socialistas, António José Seguro observou os processos de produção de salsichas, chouriço, fiambre, presunto, farinheira, chourição e salpicão.
No final da visita, o secretário-geral do PS reiterou que a prioridade política dos socialistas “é o emprego” e salientou que “é um gosto visitar empresas com empreendedorismo, vontade e capacidade laboral”.
A Sicasal, apontou a seguir Seguro, “é uma marca portuguesa de confiança, que passou recentemente por dificuldades por causa de um incêndio, mas que hoje está em plena recuperação, resultado da capacidade dos empresários e dos trabalhadores”.
“Aqui está um exemplo muito positivo de uma empresa que serve para o mercado nacional e para a exportação, que cria emprego, riqueza e valor. Numa altura de tantas dificuldades, em que há quase um milhão de portugueses desempregados e em que há empresas que vão à falência, considero que também é minha responsabilidade visitar empresas em franco progresso e recuperação, podendo criar riqueza e preservar postos de trabalho”, sustentou o secretário-geral do PS.
Interrogado sobre o que está a falhar para que mais empresas portuguesas tenham condições para recuperar no plano económico, António José Seguro referiu que “as políticas de austeridade não ajudam nem ao crescimento nem à criação de emprego”.
“Nos últimos dois anos, Portugal perdeu 450 mil postos de trabalho. É preciso que Portugal equilibre as suas contas públicas pela via do crescimento económico”, insistiu o líder socialista.
António José Seguro advogou depois que, cada vez que há uma nova empresa a funcionar, “reduz-se o défice do país, porque há mais contribuições para a segurança social e há lucros que geram a seguir mais impostos “.
“Pelo contrário, cada vez que uma empresa encerra, isso significa menores contribuições de receitas para o Estado e maior despesa do Estado com o pagamento de subsídios de desemprego. Esta visão simples deve ser transposta para a política, quer no plano nacional, quer no plano europeu”, acrescentou.
A Sicasal, empresa que tem sede em Vila Franca do Rosário, emprega atualmente cerca de 650 trabalhadores (a sua maioria dos concelhos de Mafra e Torres Vedras) e tem sido destacada a nível nacional como um exemplo de “responsabilidade social”, mesmo numa conjuntura como de crise económica nacional.
PMF // PGF

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