Pai, ensina-me a cantar a Grândola, Vila Morena

17 Jun
(…)aqueles que decidem não são os professores, mas dirigentes, naturalmente mais extremistas. Pior, o sector tem atraído muitos agitadores profissionais, que apostam na subversão como resposta nacional. Mas a questão é substantiva e não se reduz a divergências entre representantes e massas.(…) João César das Neves no Diário Notícias
(…) A época em que, bem ou mal, os professores ensinavam morreu. Hoje, procuram sobretudo escapar das agressões verbais e físicas que alunos e famílias de alunos lhes dedicam. As criaturas que por oportunismo louvam em tons absurdos o papel dos professores são as mesmas que se calam quando um professor apanha uma sova por ousar sossegar a irreverência das criancinhas.(…) Alberto Gonçalves no Diário de Notícias
Espero, francamente, que o bom senso dos meus colegas, professores do ensino básico e secundário, prevaleça hoje, pelas 9h30, e que os 95 mil alunos do 12.º ano possam fazer serenamente o seu exame de Português. Espero também que a intransigência revelada pelos líderes sindicais possa pelo menos servir para uma reflexão alargada sobre a necessidade de defender a escola pública — mas uma escola pública que esteja ao serviço dos alunos e das famílias, não dos líderes político-sindicais. (…) João Carlos Espada no Público
(…)Ao estado a que chegou, o Ministério da Educação pode bem fechar portas e fazer-se substituir, com vantagem para todos, por um mero serviço burocrático de distribuição de professores, o que, aliás, todos os anos faz com notória incompetência. Quanto ao resto, e como hoje ficou provado, já nem para marcar exames serve. no Blasfémias
(…) O segundo problema é, sem dúvida, a confirmação de quais são os resultados que se obtêm quando se tenta ficar de bem com Deus e com o Diabo. A tentativa de Crato de jogar em dois tabuleiros, mais uma vez assumindo garantias que não controla politicamente, é uma estratégia votada ao insucesso, e que cada vez mais compromete a titularidade no cargo do ministro. Crato encontra-se refém simultaneamente da vontade de ser visto como reformista, e da tentação de não afrontar e de apaziguar os interesses instalados na sua tutela, algo que só pode acabar mal – principalmente para o próprio. no Insurgente
Pai, ensina-me a cantar a Grândola, Vila Morena – cartaz exibido por um aluno numa reportagem da greve

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