Para destruir mitos sobre as mulheres

12 Dez

Em comunicado a Comissão Europeia tornou publico que “a iniciativa «Women on Boards» das escolas de gestão europeias transferiu a sua lista com 8 000 mulheres preparadas para integrar conselhos de administração de empresas para uma nova base de dados. As mulheres que constam desta lista satisfazem critérios exigentes em termos de governo das empresas definidos pelas empresas cotadas, são altamente qualificadas e estão dispostas a assumir lugares em conselhos de administração a partir de qualquer momento. A lista, cada vez maior, das mulheres disponíveis para integrar os conselhos de administração das empresas já pode ser consultada on-line pelas empresas e serviços de recrutamento de executivos. A lista mostra que há mulheres altamente qualificadas mais do que suficientes para ajudar as empresas europeias e do resto do mundo a singrarem no século XXI e que é altura de se eliminar os obstáculos invisíveis que impedem as mulheres de ascender a cargos nos conselhos de administração. A nova base de dados e o fórum de discussão serão geridos pelo clube dos diretores não- executivos do Financial Times na plataforma LinkedIn. Todas as mulheres que constam da base de dados estão em condições de ser nomeadas para um lugar no conselho de administração de uma empresa cotada, pois satisfazem os critérios desenvolvidos e definidos ao longo do último ano e meio pelas organizações que participam na iniciativa das escolas de gestão europeias/mulheres nos conselhos de administração . Todas as candidaturas para integrar a base de dados são formalmente analisadas e avaliadas, só sendo aceites as candidatas que satisfazem os critérios estabelecidos. As escolas de gestão e as organizações profissionais que participam na iniciativa aplicam os mesmos critérios aplicados aos antigos alunos e membros.”
Tudo isto porque “ em novembro de 2012, a Comissão Europeia propôs legislação para promover uma maior igualdade entre os géneros nos conselhos de administração das empresas, com base no mérito e nas qualificações. A diretiva proposta fixa um objetivo mínimo de 40%, a atingir até 2020, para os membros não-executivos do sexo menos representado nos conselhos de administração das empresas cotadas, ou até 2018 no que respeita às empresas públicas cotadas em bolsa.”
Se quiser saber mais pode consultar toda a informação aqui

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