Uma paciência com limites

13 Nov

” O permanente elogio à paciência dos portugueses parece de facto esquecer uma realidade: eles não são, como outros povos, muito dados ao pim-pam-pum das puras reclamações folclóricas.

Quando se decidem a agir, costumam fazer “pum”!

Aconteceu em 1385, 1640 e, mais recentemente, no regicídio e em 25 de Abril: com muita paciência, muito ordeiramente, mas de forma definitiva e radical.

Atenção pois: não convém brincar muito e levianamente com o fogo.

Pode ser trágico para quem o faz e, fundamentalmente, para o país.”
António Cluny no Diario I

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