SENTIDO DE ESTADO

2 Maio

Todos sabemos que atravessamos uma crise económica sem precedentes, agravada em Portugal por um discurso político e mediatico de permanente confrontação. Sabemos todos, também, que os especuladores sorriem quando a essa crise se associa um discurso sobre hipotéticas quedas de governo.
Já percebemos todos que o governo vai cumprir o mandato até ao fim, porque seria inexplicável que as demissões daquele dependessem das conveniências do calendário eleitoral para a Presidência da República e não de avaliações do interesse nacional.
Mas parece haver
quem não tenha entendido o que 
Manuel Alegre e Fernando Nobre já perceberam: De que não cabe ao Presidente da República a condução da política económica do País. E muito menos tornar pública a divergência sobre matérias que não são da sua competência, principalmente em momentos de crise.


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