
A candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República reúne as condições para assegurar a unidade da esquerda e a reafirmação dos princípios do Estado de Direito e valores Republicanos.
É conhecida a resistência de alguns, mas ela será superada em benefício de um País que deseja colocar em Belém um candidato identificado com os valores e que garanta a estabilidade governativa.
Um candidato que honre a memória de António Macedo,Tito Morais,Ramos da Costa, Raúl Rego,Teófilo Carvalho dos Santos, Vasco da Gama Fernandes, Fernando Vale, entre outros. Alegre representará, nesta candidatura, a continuidade de gerações de socialistas que contribuiram para que Portugal cumprisse o sonho de Abril,como Mário Soares, Jorge Sampaio, António Guterres, Ferro Rodrigues e José Socrates.Socialistas que deram contributos determinantes para o reforço do Estado Social.
Alegre sabe que a sua vitória nas presidenciais depende da assumpção da sua militância histórica. E daí partindo,nunca daí fugindo. Sabe Manuel Alegre, tal como os navegadores de tempos idos, que precisa de tapar os ouvidos aos cantos de sereias. Mas sabe também o partido socialista que os candidatos não se inventam, são actos de vontade individual; que as escolhas nunca representam a vontade unânime dos que opinam e que nem sempre é candidato quem quer ( ou queremos) mas quem pode e tem condições para protagonizar projectos vencedores.
O partido socialista como partido da esquerda democrática e moderna não deixará de estar unido no essencial, assumindo o seu papel de liderança do processo eleitoral,e afastando com isso veleidades alheias.
Tem ser esse o nosso rumo, recordando que nem sempre estivemos de acordo mas sempre soubemos discernir o que era importante.
E sabemos quanto é importante eleger Alegre para garantir a estabilidade governativa futura e reafirmar a matriz ideológica de esquerda do PS.